domingo, 31 de janeiro de 2010

Fedeus na terra dos fodidos 13:1-13:8

13:1 Em mais de uma das marabilhosas e fodidas cronicas de nosso protagonista inusitado, uma deidade que supera padrões, chavões, e paradiguimas. Uma deidade que supera muros, janelas, e furta a casa da sua namorada, amante, parente. Uma deidade que tem uma sabedoria que entra nas almas perdidas e sai continuamente até haver uma ejaculação de fé nos pentelhos do destino, uma deidade, que acima de tudo, cria cachoeiras de semen divino na face das vadias do sentimentalismo e as obriga experimentar de sua excensia corporal pegachosa.
13:2 Sem mais apresentações, eis Fedeus, um metro e oitenta, cabelos longos, armado com uma 51 na direita e na mão esquerda uma heineken. Levantai Fedeus como se levanta o pau brocha. Acordai Fedeus como acordam as vitimas da ressaca, pois num dia qual quer, num lugar decadente qual quer, o sol irá florescer como uma flor de mato de erva daninha que mata e apodrece as plantações. Salve Fedeus, porra!
Neste dia que floresceu, floresceram no crepusculo os bandidos, putas, bebados, psicopatas, em direção da luz rivitalizante como soro de glicose, que assim são injetados nos alcoolátras extremos, também reanimam os pinguços da terra santa.
13:3 Fedeus tinha pegado o pouco que tinha (uma heineken, uma cana, um camisa do ac/dc, e uma camisa do Evanescense para usar como pavil para fogueira) e tinha partido para uma cidade distante e molestada, pois tinha recebido muitos e-maisl de duvidas dos fiéis, portanto decidiu ir pessoalmente para não ser incomodado novamente. Logo que chegara a cidade, toda a comunidade se reuniu e o viste em sua posse séria e chapada. As emissoras de tv, também filmavam por ali.
13:4 Então Fedeus tinha feito precariamente seu palco e invocado toda a população: “Eu vim de longe para responder os enigmas de suas mentes, vim para violentar suas duvidas, e comer suas filhas. Vim beber a cana de cada dia, vim saudar os tiozões gente fina dos bares nas esquinas. O primeiro a perguntar vai ser...você!” Diz Fedeus apontando o dedo para uma morena com cabelo liso, com oculos redondos, e saia azul, segurando um caderninho.
A morena gozada então diz: “Fedeus, como você justifica o constante machismo e sexismo de suas declarações?”. Fedeus não pensou muito e respondeu rapidamente: “Eu não declaro o que faço, so faço. Sua irmã é prova do bem que fiz pra ela, ela me ajudou também”.
A mulher então do nada explode “Foi você que engravidou minha irmã?”. Fedeus então deu uma de desentendido e disse “O que eu disse foi no sentindo figurado e simbolico” diz Fedeus com um sorriso amarelo. Daí passa a irmã da dita cuja e diz “Oi, Fedeus”.
Então a morena de oculos ondulados, agarra a irmã e com um ataque de jovem em TPM diz: “É você não conheçe a minha irmã, cafageste filha da puta!”. Diz ela fixando seus olhos verdes nos olhos vermelhos de Fedeus. Fedeus finge que não é com ele, finge que nem ouviu, e volta o que interessava. Até resaltou: “Isso é a prova como mulher não pode cair na TPM, como também, nenhum homem pode cair na bronha eterna no banheiro da solidão patética”.
13:5 Um homem velho e grisalho então se levantou e perguntou: “A Fossa e o Banheiro sagrado são equivalentes ao ceu e o inferno. O que é equivalente ao purgatório?”. Fedeus então respondeste ao velho senhor: “Bom senhor, antigamente eu era como os evangelicos propunham, quando o nego morria ia para o banheiro ou para a fossa direto sem intermédio de julgamento. Daí eu vi que tinha gente fina apodrecendo debaixo da bosta, então eu criei o banheiro rodoviário. Quando sua hora chegar, sua alma será julgada lá. Ou se você gostar de lá, você fica lá mesmo, por toda a eternidade. Não tem muito luxo mas, convinhamos, é melhor do que se alimentar do que os outros defecam”.
13:6 Então um mendigo perguntou: “O que se baseia a moralidade religiosa de sua condutas?”. Fedeus então respondeu: “Se baseia no poder em que engravido, no poder em que viro o copo, e no poder em que resisto das ressacas de cada dia”.
Com dizeres tão sabios, uma calida atmosfera se alastrou como TPM coletiva entre mulheres. Fedeus recompensou a quietude da multidão bebendo mais um litro de Whiskie escoçês Passaport, se preparando para responder outras questões e fazer outros sermões na cevada daquela manhã.
13:4 Uma centaura, alta, de corpo de égua espelto, e parte humana melhor ainda, como os peitos de fora e cabelos ao vento, em voz alta se aproveita do silencio para perguntar ao senhor: “Qual é sua relação com a mitologia de outras religiões, você as abomina?” pergunta a centarua gostosa dos grandes peitos.
Fedeus então respondeste “Minha discriminação e desrespeito a outras crenças é menor que um infimo penis de um japones, e meu respeito e honra aos mitos dos outros é maior que seus peitos”.
A centaura então com sua voz marcante indagara: “E seu respeito as mulheres, sua conduta, e cavelerismo é menor que sua dignidade” disse a Centaura com uma voz séria e inabalavel. Fedeus apenas respondeu: “Isso foi um simbolismo minha cara. E olha, quem é você pra falar de dignidade? Já tem um corpo desses, não precisa falar em dignidade! E aliás eu respeito tantas as mulheres que sou um dos poucos homens a comparar seu corpo com qualidades unviersais. Alguem tem outro questionamento, que não seja a formosa e gostosa éguina humana mitologiaca?”.
13:5 “Qual é sua opinião sobre Dave Mustaine?”, perguntou um grupo de amigos com chopp na mão. Fedeu não demorou muito a responder: “Ele me lembra a mim a milénios atrás. Bebe pra caraio, fode pra cacete, e bebe mais. Ele fala muita merda, e é com a merda que semeamos sabedoria. Ao certo, creio eu que vou consagrá-lo como 'Mustaine, o padroeiro Megalcoolico'”.
Então o grupo se manifestara novamente: “Mas ele se declarou cristão a pouco tempo atrás!”. Fedeus, se mostrou um pouco chocado, e respondeste: “Bom, daí eu terei que ver com meus proprios olhos, meu proprio ouvido, e minha propria mente, isso se tiver apto para encontrá-lo e confirmar este boato. Se ele estiver disposto a admitir que sua alma pertençe a cachaça e não a água santa de uma igreja qualquer, então o declararei santo!”.
13:6 Um hippie pergunta para Fedeus: “Qual sua opinião sobre a obra de Karl Marx, o Capital?”. Fedeus achou a pergunta irrelevante, e respondeste: “Bom, estamos no século VIX, Marx nem nasceu ainda, e a relação dos fatos e acontecimentos nessa biblia não coisciedem com a realidade. Próxima pergunta!”.
Uma hippie de oculos ondulados e cabelos loiros pergunta: “Se você me der sua maconha, seu whiskie, você me come?”. Fedeus ficou dividido entre suas duas maiores paixões, mas não exitara muito a responder “Contado que fumemos, e bebemos o que te presentearei, sim!”, responde Fedeus com foraz sabedoria e oportunismo.
13:7 Uma jovem com capuz de freira de topless, se lanvantou e perguntou a Fedeus: “Qual é sua diferença para em relação aos outros Deuses?”.
Fedeus olhou com um sorriso maliçioso e respondeste: “Por você eu tenho todas as diferenças que me tornam unico. Para mim não sou nada, apenas mera deidade que busca um relacionamento amigavel, uma vida sossegada e mais humana e imperfeita. Não quero ser como os outros Deuses que não conversam com seus fiéis, que não tem um relacionamento com seus fiéis, que não tem filhos com seus fieis...Eu tenho muitos filhos com minhas fiéis, bom, eu acho que não vos conheço, mas de qual quer forma sou um humano num corpo de uma deidade, a eternidade é um presente, ao mesmo tempo uma maldição que apenas eu posso carregar entre vocês”.
Claro, Fedeus se utilizou da falácia para comer a gostosa doida de topless com toca de freira. Ele ia come-la mesmo, pois ela tava dando pra todo mundo, aliás so queria se divertir. Fedeus, queria levantar seu ego mostrando seu falso senso de coletivismo, humildade, e até consideração pelos fiéis. Hipocrisia? Sim! Decadencia, não! Por que no fundo, Fedeus pensa assim mesmo, pois ele é um das poucas deidades na história que se comprometeriam a se aproximar dos fiéis. No caso das fiéis adolescentes e jovens a aproximação de Fedeus era extremamente fisica, orgástica, sexista, pervertida, e até abusiva.
13:8 No final, Fedeus não saiu sem nada. Comeu duas mulheres e sua popularidade aumentara, ao menos naquela comunidade alternativa de loucos, nudistas e bebados. Fedeus teve mais um dia realizado. Suas ações no dia, não foram de uma deidade onipotente, onipresente, e sim foi mais equiparada a de um homem simples que enfatiza na benção nas cachaças da vida.

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