domingo, 31 de janeiro de 2010

Hordes sagrados do Metal 4:1 - 4:93

4:1 O mundo estava novamente em paz, diante do horrizonte abençoado por Fedeus. Os filhos, dos filhos, dos filhos, dos filhos, dos filhos de Moysés habitaram terras nordicas, e a alemanha. Fedeus, então os abençou com uma guitarra elétrica, e dizera “Os dou como presente essa guitarra Gibson. Ela deverás ser utilizada para fazer sinfonias de acordes e riffs brutais e pessados. Usado para o bem do proximo, de vossas proles, filhos, filhas, cachaceiras e putas. Este instrumento é sagrado, como o instrumento de 30 cm apaixo de minha roupa intima. Aquele que utilizar este instrumento sagrado para compor musicas sentimentalistas, de corno, ou pra fazer gospel, sentirá a bosta penetrando na sua alma, por toda a eternidade!”
4:2 Então os filhos, dos filhos, dos filhos, dos filhos, dos filhos de Moysés que viviam na Escandinavia, e Alemanha seguirão as palavras do senhor. Em agradecimento pelo presente de Fedeus, eles criaram o heavy metal e seus subgeneros. Desde do heavy metal até o death metal. A alemanha e escandinavia ficara pequena demais para tanto filho, e logo muitos migraram para a Inglaterra e os Eua. O som agressivo contagiava multidões, e exaltava a paz eterna com Fedeus. Na Inglaterra, se destacavam o Heavy metal, na Alemanha, se exaltavam o heavy, thrash metal, e na escandinavia, se glorificava o viking, folk metal e black metal. A polonia, nome vindouro do idioma nativo de POLUSNIA (Polus – Polo, Usnia – Metal. Polo do metal), se destacou por ter criado o Death metal.
4:3 Por milênios, o som que ecoava nas planices, era o Heavy Metal e seus subgeneros, o odor que se sentia era o aroma de bafos de vodka, e a vista que se via era populações inteiras de barbudos e cabeludos vomitando de tanto beber. Cidades estavam batizadas na gloria de seus bares, puteiros, casas de show de bandas de heavy metal, e principalmente nas excelentes infra-estruturas urbanas com linhas de onibus “inter-bares e puteiros”. O preto domina a paisagem e as roupas. Assim como nas palavras do senhor: “Usarão preto, assim como a noite. Aqueles que blasfemarem a cor soturna, apodrecera em minha fossa e limparás a fossa com seu bonezinho de emo, e sua roupa de pagodeiro”
4:4 Os inimigos dos Barbaros nasciam em abortos maus sucedidos em Roma. Burguesinhos, metodicos, baitolas e frecurentos seres, foram inimigos que fodiam os barbaros pela frente e por trás, fazendo as bocetas das mulheres sangrarem, e o rabo dos homens arderem. Os romanos curtiam mais foder um rabo alheio maculino, do que purificar bocetas celtas com semen e orgasmo.



O Metal de Detonation
Os Nórdicos anunciam festança do caralho

4:5 Fedeus, grande sábio como é, viu aquela terra nórdica povoada por pessoas rusticas, frias, sem-frescura, e acima de tudo punheteiros pra caralho. Fedeus então estava zangado pois toda a potencialidade dos bárbaros estava sendo desperdiçada nas suas infernais punhetas Os bárbaros tinham aparência monstruosa que espantava as mulheres e/ou putas, suas barbas e cabelos longos eram evidencia disso, então os bárbaros em declínio nas suas porras pedirão ao seu rei para invocar o espírito de Fedeus, sozinho foi o rei dos bárbaros aos montes nórdicos, ele era Detonation O Pentelho Maldito.
4:6 Detonation subiu as montanhas nórdicas no inverno mais rigoroso, teve de lutar com Leões, Tigres selvagens, Monstros terríveis, e um formiga lazarenta que entrou na sua cueca e ficava mordendo seu bilau. Quase totalmente exausto, Detonation chegou aos montes nórdicos e começou a tocar sua lira enquanto aguardava a visita de Fedeus.
4:7 Fedeus apareceu diante de Detonation para que ele lhe falasse de suas fodas. Detonation disse a Fedeus; “Seu velho barbudo lazarento, nós seguimos a porra de seus mandamentos e você não nos concede putas e mulheres, mas para a porra daqueles baitolas dos romanos você enche de mulheres o maldito ninho fedorento da fossa. O que pensa estas fazendo Fedeus, seu velho filho-da-puta!” Fedeus olhou para Detonation com uma voz irada de mil trovões, como se todas as fezes do planeta estivessem passando pelo seu cu; “Tu és um bosta Detonation, isso porque não tens paciência para esperar seu nobre destino, mas lhe garanto irás comer todas as irmãs e putas do império romano, e mais, comerás com areia!”
4:8 Depois das palavras ardentes de Fedeus, ele lançou sua mão sobre a pobre lira de Detonation e Disse com voz estrondosa “Transformais esta merda em uma guitarra, para ver se este filho da puta largue da punheta e use as duas mãos para fazer uma coisa decente na vida” Detonation cobriu os olhos perante as luzes infernais que saíram das mãos de Fedeus, e num instante, aquela luz o fez enxergar o seu nobre destino, num instante ele aprendera os segredos do universo que deverias expor nas suas musicas profanas e altamente putalísticas.
4:9 Detonation derramou lagrimas quando Fedeus lhe estendeu a mão para entregar sua guitarra, Detonation estava com o poder infernal de mil sóis em sua alma enquanto chorava lagrimas de metal reluzente que escoria da sua face endiabrada. Detonation estendeu aos céus e disse a Fedeus “Sim, Sim, agora posso compreender tudo, tocarei o som que chamarei de Metal Pesado, tocarei musicas pesadas que me guiaram ao boteco e puteiro em segurança, tocarei com a ira de dizimar todo o emo do mundo, tocarei acordes calmos para iludir as mulheres trouxas enquanto agarro sua bunda, tocarei em terra, em mar, e em ar. Tocarei em nome Fedeus!”. Fedeus olhou para Detonation e disse “Faz o que você quiser seu bosta!, só não bata punheta ok?”
4:10 Detonation desceu as montanhas nórdicas com orgulho e bravura, agora os Leões, Tigres, e todos os monstros tinham medo de enfrenta-lo, pois percebiam o fogo infernal que queimava em sua mente e se notava em seus olhos vermelhos menstruados, Detonation assim olhou dentro dos olhos do Tigre e o fez cair em depressão, logo após o Tigre se suicidou cortando seus pulsos, Detonation olhou dentro dos olhos das bestas que enfrentou na subida das montanhas e todas elas se suicidaram perante sua ira, Detonation mijou com a ira de mil cavalos no formigueiro que sentou sem querer para matar a formiga que mordera seus bagos.
4:11 Logo após descer as montanhas, Detonation foi recebido na sua aldeia com muitas festividades. Detonation mandou organizar uma puta festa para comemorar o despertar da nova era nórdica, o Heavy Metal. Foi um festa do caralho, tinha musica, bebida, tinha comida, tinha mais bebida, tinha até a presença de Fedeus que trouxera putas do seu banheiro divino, porem Fedeus não comeu ninguém pois estava enchendo o cu de cachaça e curtindo o recém nascido Metal. Fedeus ficou tão maravilhado com o Metal de Detonation que não conseguia falar se não fosse aos berros, diante de tamanha beleza sonora Fedeus pensou nas consequências putalísticas de seus atos, pois a guitarra era apenas para evitar a punhetagem deste nobre povo.
4:12 O Metal, teve a benção do senhor, incluindo a benção de seu padrinho de criação, Thor o deus do trovão, pois a guitarra era elétrica e os nórdicos não haviam construído uma hidrelétrica por que eram e sempre foram um povo vadio pra caralho. Diante deste fato incomodo Thor ofereceu o poder do trovão ao Detonation para que ele pudesse ligar sua guitarra elétrica, depois disso todos os descendentes de Detonation, ou seja, todos os Metalheads possuem o poder do Trovão e do ódio de Detonation herdada de seus ancestrais folgados e vadios.
4:13 Os nórdicos nunca foram tão felizes, o seu padrão de vida mudará drasticamente depois da menção ao metal profano de Detonation, agora os nórdicos passavam a noite e madrugada em puteiros e festas onde faziam o metal e cometiam todas as profanidades com as putas enviadas pelo senhor, toda a noite o nórdico sai de sua casa para se aventurar nas batalhas infernais travadas pelo sangue menstrual das putas sobre sua espada orgânica retrátil, e durante o dia ele dorme profundamente com um bicho folgado, vadio, e sem-vergonha.
4:14 O amor de Fedeus ao Metal dá para sentir sobre os ares, somente aquele com nobre pulmão pode sentir este fedor sagrado do senhor, este viverá para sempre mesmo que seu corpo se transforme numa merda fedorenta pra caralho, digna das privadas eternas da salvação.
4:15 O Metal se difundira sobre as tribos nórdicas como o repugnante vomito de Fedeus que chovia dos céus sobre as baitolas romanas com sua musicas melódicas e maçantes. O Metal agora possui uma grande numero de vertentes, havia mais diferentes tipos de Metal do que habitantes nas ilhas nórdicas, os subgêneros de Metal cresciam como cabelos na boceta de uma jovem puta de 14 anos, porem todos os gêneros Metalísticos eram voltados ao seu meio de origem como os chatos voltados ao centro onde se localizados os lábios vaginais do Metal abençoados com a graça do caralho divino de Fedeus.
4:16 O padrão de vida dos bárbaros estava atormentando a calmaria homossexual dos romanos, os bárbaros atacavam durante à noite, transavam com todas as mulheres romanas, quebravam os instrumentos musicais romanos (em formato cilíndrico com grande aderência anal), e ainda por cima tocavam o Metal que iludia as mulheres romanas a darem suas bocetas por menos de 10 centavos.
4:17 Um ataque romano estava sendo planejado aos bárbaros, uma convenção de baitolas guerreiros romanos se reuniu para falar do assunto, um dos soldados acompanhado por sua mulher falou; “Não podemos aturar estes bárbaros, eles vem à noite e abusam de nossas mulheres, na noite passada contei 15 atrás da bunda de minha nobre esposa. Quando eu pegar um bárbaro eu vou arrancar seu pescoço e colocar na porta do meu quarto como premio”, a nobre mulher do soldado romano se levantou e disse ao marido “Amor, se você arrancar a cabeça de um bárbaro você da a porra dele pra mim?”.
4:18 O ataque dos romanos se reduziu apenas a algo moral, pois os romanos eram um bando de frouxos e baitolas, com isso resolveram atacar o ponto fraco dos Vikings, a sua musica. Assim os romanos fundaram o Power Metal e Gothic Metal com letras ridículas e afrescalhadas, muitos dizem que este gênero surgiu da fusão do metal com os ruídos produzidos por pessoas com hemorroidas de tanto dar a bunda, por fim não se sabe bem ao certo a origem desta merda gênero musical.
4:19 No inicio os Vikings se cagaram de rir do Power Metal, muitos deles se cagaram literalmente. Fedeus estava bêbado por isso não estava nem ai com o Power Metal, os Vikings riam da forma fútil de ataque dos romanos contra a moral viking, por um ato de ignorância, os romanos não sabiam que os vikings não seguiam nenhum tipo de moral, a não ser a Rosa Moral a maior puta do império romano. Os vikings na mesma noite atacaram o império romano, em má hora por sinal, pois os romanos estavam realizando um festa onde os homens se vestiam de mulheres e vice versa, quando uma montuera de bárbaros bêbados com os seus caralhos respectivamente duros invadiu roma, a maioria dos romanos amanheceu estéril na manhã seguinte.
4:20 Os bárbaros fodiam, bebiam, gritavam, e comiam as mulheres dos romanos com alegria e muita areia, mal sabiam que a alegria dos vikings estava em risco perante ao plano dos romanos referente ao Power Metal. Detonation, o lider da tribo bárbara dizia que Power Metal era como propaganda de absorvente feminino, pois o som é tocado como se fosse algo maravilhoso, sendo que no fundo é uma merda que servirá para limpar outra merda, pois o Powerhead nada mais é do que um ser que está num constante processo de menstruação.
4:21 Para os leigos em Metal, a semelhança básica do Power Metal e do Viking Metal é que ambos falam de mitologia, apesar da forma como esta mitologia é pregada diferencia do Power para o Viking. Por exemplo o tema mitológico Unicórnios, para um Powerhead iria cantar algo parecido com isto; “Os unicórnios me amam, eu amo os unicórnios, os unicórnios bebem Coca Cola, os unicórnios também pintam as unhas com amor”, já uma Vikinghead diria algo parecido com isto “O unicórnio empunhou sua espada sobre a garganta daquele que assassinará seus ancestrais, pois não suportara viver sob as sombras de seu inimigo, enquanto seu inimigo agonizava suas ultimas palavras de perdão sob os pés do unicórnio, este mijava cerveja velha em sua boca imunda”. É evidente que o Power nada mais é do que uma degeneração do Metal, pois o verdadeiro Metal abençoado por Fedeus é aquele que cultua a salvação dos unicórnios e de pessoas que pensam que são unicórnios (como os Powerheads/emos), para preservar a espécie de unicórnios Fedeus prega um ritual de purificação através de urina velha seguido por batismo em fogo ardente até a morte.
4:22 Certo dia quando os bárbaros dormiam em plena vagabundagem em sua tribo o império romano chegara para um confronto final. Eles eram muitos, muitos abobados. Vestiam roupas negras assim como suas unhas e franjas, eles levaram todas as mulheres da tribo nórdica, quando os bárbaros acordaram viram-se sem nenhum peito para lamber, muitos bárbaros morrerão agonizando por sexo, poucos sobreviveram. Os poucos que ainda estavam vivos ficaram putos com os romanos, a guerra foi inevitável.
4:23 As guerras entre o império romano e os bárbaros foram numerosas, entre elas estão as guerras das seis tetas, e a guerra dos bagos malditos. Os bárbaros experimentavam agora a amargura da guerra, mas ainda faziam metal, e com isso nascia um jovem bárbaro que mudaria o rumo da história, o nome dele era Demoniocus O Rei da Privada Negra do Metal, ou Black Metal.
4:24 Os romanos viram que a força dos nórdicos para a batalha vinha de Fedeus, filhos-da-puta como eram, eles decidiram invocar o espírito de Fedeus para que ele garantisse a moral humana durante a guerra, Fedeus irado apareceu diante das baitolas romanos e disse; “Moral Humana? O ser humano é um bicho que nasce do mesmo buraco que mija, depois você vem falar de moral? A moral que tu falas para mim é mijo, tu és mijo. Eu não fiz o ser humano da bosta para que ele venha com conversa de moral, vais te foder!”.

A Guerra Das 6 Tetas
4:25 Durante a guerra entre baitolas romanos e bárbaros, os romanos retiraram todas as putas da tribo bárbara, mergulhando este nobre povo ao punhetismo. A maioria dos bárbaros, aproximadamente 1 milhão, morreram de avitaminose, ou seja, a doença provocada pela falta de vitaminas, a maioria dos bárbaros não cuidava de sua alimentação eles bebiam cerveja pra caralho, como eles não tinham habitos alimentares afrescurados como os romanos, Fedeus abençoou o leite das tetas das putas bárbaras para que ele fornecesse todas as vitaminas necessárias para as fodas dos Vikings, daí deriva a força dos bárbaros o leite mamado da verdadeira teta de puta nórdica. Sem as putas os bárbaros estavam fracos, havia semanas que não chupavam um peitinho, estavam subnutridos e ferrados, alguns bárbaros mamavam precariamente nas tetas de cabras da região, mas não era a mesma coisa.
4:26 Os bárbaros tinham uma profundo ódio dos romanos por isso, mas o ódio bárbaro somente fortalecia este povo para a luta. Enquanto isso os romanos estavam horrorizados pela guerra, havia muitos romanos que voltavam para casa com suas franjas escalpadas, unhas quebradas, e salto alto cheio de lama, um verdadeiro horror romano. Os romanos aprenderam todas as putas bárbaras nos seus calabouços, onde eram brutalmente obrigadas a fazer as unhas dos soldados romanos enquanto conversavam sobre TPM .

4:27 Os Vikings armaram um plano para libertar as putas romanas de sua prisão infernalmente emo. O plano consistia em enviar um soldado Viking que trouxese algumas putas à tribo bárbara, assim a boa disposição voltaria as Vikings, junto com o sagrado leite das tetas nórdicas. O problema era encontrar um guerreio Viking corajoso o sulficiente para entrar no ninho fedorento dos romanos e que sobreviva a toda emotividade do local, para isso o candato teria que ser terrivelmente mórbido, obscuro, satânico, e mau humorado, nada mais perfeito que Demoniocus, o Viking do Pulmão negro.
4:28 Demoniocus era um jovem bárbaro que nasceu no meio da guerra entre roma e reino bárbaro, muitos dizem que ele nasceu com os olhos virados para traz, coisa que manteve até a adolescência quando viu uma boceta, ai os olhos de Demoniocus voltaram ao normal. Demoniocus cresceu no meio do conflito bárbaro, ele nunca trepou com uma puta por culpa dos romanos, o ódio de Demoniocus crescia desastrosamente em seu pulmão, com isso ele fundou o Black Metal, cujo o som é incrivelmente satânico, com atmosferas carregadas de ódio e gritaria. Diz uma lenda nórdica que Demoniocus compôs uma música tão pesada e agressiva que quando ele cantou para um rei do império romano, o rei se cagou de medo, cagou tanto que seu cu se revirou e ficou do tamanho de uma melancia, o rei mais tarde transou com uma puta nórdica, que deu a luz a mulher melancia dos dias modernos.
4:30 Demoniocus se mostrou voluntário para invadir aquela joça e liberar as piranha, porém uma vez lá dentro seria difícil se manter integro no meio de tanta veadagem, qualquer viking teria que se cuidar para não se tornar um baitola, mas o Demoniocus teria que ter cuidado para não exterminar as baitolas com seu profundo ódio. Fedeus dissera que não podia enviar ajuda e nem putas para os bárbaros, se eles estavam ou não se fodendo o problema era deles e não de Fedeus, sem esperar a ajuda divina como uma baitola romana, os bárbaros resolveram botar a mão na espada e capar os romanos abaitolados antes que os romanos capassem os vikings.
4:31 Sem a ajuda de Fedeus, que tinha mais o que fazer do que ajudar um bando de folgado, Demoniocus recorreu a Satã. No principio Demoniocus e Satã eram bons amigos, então Satã prometeu ajudar o povo nórdico em nome do Black Metal. Satã dissera a Demoniocus que dentro da fortaleza romana existe 3 putas, elas são Joana da Barba Ruiva, Camila Cabeça de Teta, e Maria Abre-Abre, estas 3 putas formavam o circulo das 6 tetas de Satã, Demoniocus deveria encontra-las e reunir suas tetas em nome de Satã para que o poderoso feitiço “chove peitinho, chove!” se realiza-se e os vikings voltassem a recuperar o seu orgulho vadilístico.

4:32 O plano de Demoniocus era brilhante, porém muitos se mostravam receosos em fazer pacto com Satã, eles pensavam que estariam desobedecendo Fedeus. Detonation, confuso resolveu tirar suas dúvidas com Fedeus, e saber se Satã era uma criatura maligna como se ouvira em boatos, Fedeus então disse; “Satã é gente fina pra caralho, é meio ranzinza mais é gente boa, é uma pessoa de palavra acima de tudo, ao contrario de muito santo viado que tem por ai” Detonation então indagou Fedeus se não estaria desobedeçendo-lhe por acreditar em outras formas divinas, Fedeus então respondeu; “Ô seu jacu-de-teta! Ninguem desobedece ninguem, tu achas que eu sou sua mãe, estas vendo este caralho! Eu no maximo serias teu pai, mesmo assim estou andando e cagando para seus problemas. Deve somente obedecer a puta que foi paga e ainda não foi comida.”
4:33 Detonation se mostrava a favor ao plano satanico, não pela intervenção divina de Fedeus, ele estava cagando para aquele velho punheteiro, o objetivo principal dele era somente um, comer mulher novamente e permanentemente. Para que o sonho de Detonation se realiza-se, assim como de todos os nórdicos folgados e cachaceiros, era fudamental a ajuda de Satã e Demoniocus com seu Black Metal, o caos eram tão grande na tribo bárbara que o ódio profundo exalado pelo Black Metal impedia que os vikings caírem nas fossas fedorentas da masturbação.
4:34 As quengas/putas/mulheres fáceis/piranhas/rala-a-rola estavam com seus tempos de vida limitados dentro do império romano, grande parte delas se tornaram patricinhas pois não suportaram tamanha pressão psicológica e tamanha falta de pressão física peniana por parte das baitolas soldados romanos. A falta de sexo para uma verdadeira puta bárbara não representa somente prejuizo financeiro, mas muito mais um prejuizo moral pois alguem precisava levantar a moral de 26,666 cm do nobre povo nórdico.
4:35 Dentro do baitoleiro império romano as mulheres eram mal tratadas pelo romanos, elas eram castigadas a fazer sessões constantes aos shoppins centers de roma, nestes locais infernais corrompidos pelo capitalismo fossal, as mulheres eram obrigadas a vertir roupas que cobriam-lhe os peitos, e também aprendiam a arte filha-da-puta de casar e cobrar por serviços sexuais de forma desonesta, um verdadeiro pecado fecal. As mulheres corrompidas pela putaria homossexual romana eram conhecidas como patricinhas, por causa de uma baitola romana que se chamava Patrício, este por fim era um soldado romano que sonhava em dançar balé, porém tinha conhecimento nas artes capitalistas da fodeção sem-sexo, um belo dia esta baitola conseguiu, depois de tanto tentar, uma oportunidade para se apresentar num teatro de balé, os diretores lhe disseram que era necessário dar um jeito de esconder seu bilau para que ele não aparecesse durante a apresentação evidenciando sua masculinidade para os jurados homossexuais, então com 12 tubos de Super Bond ele colou seu bilau de forma que não aparecesse, porém quando uma quenga apareceu com os peitos de fora durante a sua apresentação o bilau dele subiu e estragou toda a apresentação e ocasionou um foro nas suas calças, desde aquele dia ele ficou com profundo ódio de toda a puta e por isso iludia elas a virarem patricinhas, quengas capitalistas mau comidas e que não se depilam.
4:36 As putas nórdicas presivam ser resgatas sem mais demora, para isso Demoniocus se vestiu de emo e invadiu o império romano, quando chegou lá viu que as coisas eram mais alarmantes do que se falavam. Sob os portões dos romanos havia uma horrenda foto do Dinho, um vocalista de uma banda emo, ele segurava uma guitarra como um baixo e dizia que baixo e guitarras são a mesma coisa. Havia dentro do império romano castigos para aquele que pratica-se fode-fode em público, havia muitos romanos do mesmo sexo, hemafroditas, trepando uns com os outros, não havia cerveja, metal, e não se avistava putas. Demoniocus continuo firme e integro no meio daquela putaria desgraçada.
4:37 Demoniocus precisava encontrar as tres putas enviadas por Satã, só que não havia putas a não ser nos calabouços romanos. Demoniocus se vestiu de quenga e se infiltrou nos horrendos calabouços romanos, como ele estava vestido de mulher, era ecencial manter seu braulio escondido, pois a minima ereção seria avistada pelos romanos, uma vez que estes são grandes reparadores em pênis alheios. Demoniocus encontrava-se numa difícil situação, pois no meio de todas aqueles putas sem poder ter uma misera ereção é algo sobre humano, mas com o poder de Satã Demoniocus conteve-se em prol de uma causa maior e mais digna, a honra do seu povo.
4:38 Porém a força sexual dos bárbaros gritava mais alto. Demoniocus viu uma quenga a qual não pode se conter nem com os poderes de mil demônios nórdicos, era uma jovem loira que acariciava seus maravilhosos seios, cujo o qual brilhavam com o reflexo de um fraco raio de luz que iluminava sua boceta molhada e cuidadosamente depilada, seus cabelos loiros pareciam escorrer pelo seu corpo nu, sua boca se fechava no formato redondo propício a um boquete, suas pernas abriam-se lentamente como se agonizacem por um pênis ereto em seu ânus, quando esta puta piscou para Demoniocus, fez seu pau subir tão abruptamente que o zíper de sua calça foi lançado a vários metros atingindo a nuca de um soldado romano que agonizava seus últimos minutos observando a exacerbante grandiosidade de Demoniocus que não estava nem ai, ele já se encontrava sobre as costas da puta. Foram necessários 28 soldados romanos para separar Demoniocus do ânus solene da puta, quando o fizeram ele foi trancafiado em uma jaula, com as mãos amarradas nas costas.
4:39 Demoniocus não se conteve e lutou bravamente com todos aqueles baitolas brochas sem caralho. Somente naquele dia ele matou 1 legião de soldados romanos, ele estava com tanto ódio que suas forças se reuniram somente a um único objetivo, foder aquela quenga novamente e novamente. Demoniocus não se conteve e quebrou os cadeados das celas que prediam as putas, muitas delas lutaram ao lado de Demoniocus. Na presa do ataque, Demoniocus finalmente encontrou as 3 putas enviadas por Satã, e em meio a batalha ele fugiu com uma legião de putas nórdicas bêbadas junto com as putas de Satã. Ele não esperou muito e na primeira moita que viu batizou-a com o semem sagrado a boceta das 3 putas de uma só vez, o orgasmo foi tão alto que podi-se ouvir a kilometros de distancia, fato que ajudou a disperçar os soldados romanos.
4:40 Depois da incrível foda de Demoniocus, uma luz se abriu sob o chão negro pelo sangue vaginal derramado naquele instante. Satã apareceu para Demoniocus e cumpriu sua promessa, naquele dia choveu quenga do céu sobre as porras infernais dos bárbaros, foi o dia mais feliz desde então, alguns bárbaros ficaram 6 dias sem dormir no meio de tanta foda, no sétimo dia eles descansaram como um bando de vadio folgados que são. As forças dos bárbaros haviam finalmente sido recuperadas, isso ajudou com seu golpe final sobre os romanos, a história conhecida como a guerra dos bagos malditos.
A guerra dos bagos de troia
4:41 Os romanos estavam putos com os bárbaros, um soldado romano discutiu com um viking, o soldado levantou a voz e disse “Não adianta vocês terem levado todas as mulheres, Roma ainda tem mais macho do que a tribo nórdica!”, o soldado viking estava se cagando de rir quando respondeu “É verdade! Enquanto vocês só tem macho em roma, nós temos a metade de mulher e de macho, vivemos muito bem assim!”, o soldado viking sacou sua espada sob a garganta do romano, este caiu no chão e de suas vísceras podres nasceu um novo tipo de flor nunca vista antes, que ficou conhecida como flor-da-baitola, espécie infelizmente muito comum no Brasil.
4:42 Logo depois do ataque feito pelos bárbaros, Roma estava em meio ao caos. As putas liberadas por Demoniocus estavam soltas e agarrando os soldados romanos convertendo-lhes em bárbaros, fato inaceitável em Roma. Os nórdicos arquitetaram um ultimo plano contra os romanos, uma foda final, conhecida como os bagos de tróia.
4:43 Tróia era um termo Viking que significava “Quero comer sua bunda”, quando um viking se aproximava de uma quenga ele não ficava muito de falatório estúpido, ele somente dizia “tróia” e a quenga ficava de quatro pra ele. Para aniquilar os romanos, os vikings disseram querer fazer as pazes com os romanos, para isso ele fizeram um presente, uma porra enorme de madeira.
4:44 A porra de madeira foi aceita pelos romanos, porém em seus bagos havia escondidos soldados nórdicos prontos para atacar o império romano, ele portavam guitarras, baterias, e baixos de guerra, tudo para foder os romanos. O plano era simples; tocar metal até os romanos se suicidarem de desespero. Porém quando a porra de Tróia foi posta dentro do império romano, pelos fundos, alguns romanos grudaram suas bundas nela estragando toda a pintura daquela porra, literalmente.
4:45 Quando o rei se aproximou do presentinho dos nórdicos, nele havia escrito “Uma pequena grande lembrancinha do amor nórdico pelos romanos”. E num ataque os guerreiros/metaleiros nórdicos saíram dos bagos de tróia e começaram tocar metal no meio daquelas pessoas inocentes e abobadas. Foi um massacre total, a maioria dos romanos morreu cortando os pulsos, os pais cortavam os pulsos dos filhos para que estes não suportassem tamanha afronta sonora, os pais finalmente contaram os pulsos e morreram. No meio do metal extremo nórdico, Fedeus fez chover urina sob os corpos romanos apodrecidos, os vikings estavam com medo, com medo de sobrar alguma baitola viva naquela imundice.
4:46 Os bárbaros finalmente venceram os romanos, venceram com muita garra e derterminação, venceram porque confiavam na palavra de Fedeus, venceram porque eram corajosos, e se foderam porque eram folgados e deixaram os romanos entrar no seu território e levar todas as putas, ou seja, se os vikings se foderam, ou não, é culpa deles e não de Fedeus. Os nórdicos deixaram uma herança sábia para os descendentes não-retardados de seus filhos e meio filhos, o metal. Todo o metal desde então deve ser usado para fortalecer as palavras de Fedeus, que como recompensa fortalecerá os bagos destes com o dom da ereção eterna, no caso das mulheres, ele dará o dom de provocar e manter uma ereção eterna, seja humana ou animal. Aquele profano herege à Fedeus perguntará “Mais Fedeus só vai fortalecer o sexo e putaria, e meu dinheiro, minha casa, minha família?” provavelmente este está perdido na vida pois Fedeus, sim, só ajuda na hora de transar, e este meus irmão é o maior dom que Fedeus pode compartilhar conosco, pois é por isso que estamos aqui andando, cagando, e falando merda, nós somos merdas, mas somos merdas que podem transar, e aquele que nos diz ao contrario é nosso maior inimigo, pois o que adianta ter o dom da imesidão da morte se já está morto quem o possui, nós estamos com o cajado de 26,666 cm de vida e batizaremos todos aqueles que são cegos perante Fedeus, que o grão de areia que cega seus olhos se torne um deserto fervoroso em seu saco para poder comer com areia todas as quengas do universo, que a foda seje em nome de seus ancestrais passados que tiraram o grão de areia dos olhos e transformarão em deserto da foda de hoje, que seus descendentes destruam os miseráveis “castelinhos de areia” neste deserto com a urina profana de mil cervejarias, e que está areia de deserto seje apenas uma fodinha de final de semana, amém.
Cronicas de Fedeus
4:47 A terra estava salva pelas mãos e caralhos bárbaros, porém não esta livre do herege que ainda insiste que a foda é um dos maiores pecados da vida. Está morto aquele que pensa que foder é apenas para à vida, pois foder é o sentido da vida, aquele que fode tem alegria, semem, puta e cerveja, aquele que não fode tem gonorreia, hemorroidas, e é virgem aos 69 anos. (gonorreia pode ser transmitida pelo contato com utensílios emos, como o vibrador, o vibrador CC, o vibrador treme-terra, e o vibrador vira-tripa).
4:48 Havia nesta terra solene muita putaria que não era em nome de Fedeus. Tribos romanas ainda existiam em toda a parte e provocavam prejuízo para o religioso fecal. Fedeus passou maus bocados para se livrar deste povo lazarento que não transa, e pensa que transar é pecado porque doí perder a virgindade. A reunião de histórias sobre os fatos isolados de tribos Metaleiras se dá o nome de Cronicas de Fedeus, este é um importante capitulo da bíblia fecal pois trata de grandes heróis que lutaram nas costas ao lado das putas fecais.

Tetônicus e o sutiã da verdade
4:49 Tetônicus era um rei de uma tribo chamada Bucestópolis, nesta tribo todos tinham uma vida digna e feliz, eram dignos na cama e felizes sob os peitos sagrados das putas fecalísticas de 68 centavos. Todos na tribo de Tetônicus tinham relações sexuais com frequencia, isto acarretava maior produtividade nos artesãos e camponeses que produziam cevada para fabricar cerveja e camisinhas com gosto de cerveja. Bucestópolis ficava em uma vale maravilhoso cercado de florestas nativas e campos de flores cultivados na região, a principal flor cultivada lá era a maria-sem-vergonha em homenagem as mulheres guerreiras, bravas, honestas, e fiéis da região.
4:50 O rei Tetônicus gozava de sua posição social como rei da tribo, quando este era jovem era chamado de “Zé-da-teta” pois sua gordura corporal abundante fazia parecer seus mamilos com peitos de gestante em lactação. Tetônicus era muito gozado na época de adolescente por causa disto ele não ia aos puteiros da cidade com vergonha de seus pseudos-seios, por isso este jovem estudava suas habilidades politicas para se tornar rei da tribo, posição social em que ninguém mais debocharia dele, também adquiriria uma nova posição diferente da: “Agacha tribufú fedorento!”.
4:51 Com muito esforço, garra, competência, seriedade, honestidade, e um monte de pilantragens, Tetônicus finalmente se tornou rei de sua tribo. Porém nem tudo saia como ele pensara, pois ainda era mau visto pela população como sendo o rei “que não come ninguém”, cansado disto o rei disse que iria provar para todos que come mulher, e mais, come com areia. Para isso Tetônicus fez uma lei que toda a puta de Bucestópolis deveria dar o cu para ele assim que tiver a primeira menstruação, tão logo o rei começou a putaria e comeu toda a mulherada em menos de 3 meses.
4:52 Logo depois de completar tal ato, o rei passou a ser respeitado na sua tribo, todos o queriam bem, sua tão sonhada posição social foi alcançada com muito esforço, putaria, e garra (orgânica e ereta) como tudo nesta vida meus irmãos. Porém o ego do rei começou a crescer consideravelmente sob os demais, em pouco tempo a reputação do rei sob a população passou ser a coisa mais importante para Tetônicus. Porém ainda havia equilíbrio no rei, ele ainda tinha suas atividades putalísticas em dia, fazia sexo, ouvia metal, e tomava cerveja. A população estava feliz com seu rei, nesta época o rei não era uma administrador da tribo, todos eram independentes o rei só servia como exemplo para os jovens que iniciavam sua vida sexual, assim como também servia para eu poder escrever esta merda para enfiar um pouco de juízo em sua mentes, pois o punhetismo é uma tremenda falta de juízo e descompromisso para com a criação da puta por Fedeus, o senhor criou duas mãos nos homens para que ele pudesse agarrar os dois peitos da puta, e não para agarrar o próprio pau, pois assim ele teria feito somente um braço em nós folgados, beberrões, e fiéis a doutrina de Fedeus.
4:53 Em bucestópolis, o rei mantinha uma reputação sob todos os habitantes de que havia comido todas as mulheres de seu reino, porém num certo dia um homem velho, barbudo, e boêmio disse ao rei que não havia ainda comido todas as mulheres como pensava. O velho boêmio morava em um barraco velho caindo aos pedaços, quase ninguém visitava o velho, as crianças tinham medo que o velho arrancassem seus bilaus, os morados eram receosos pois o velho não comia ninguem, ia as florestas sozinho durante a noite e voltava somente pela manhã. O velho então estava puto com Tetônicus, ele falou que não havia comido todas as mulheres, faltava uma mulher que ele não havia sequer tocado os pelos púbicos.
4:54 Tetônicus então disse as guardas para trazer esta mulher imediatamente junto com um balde de areia. Porem o Velho boêmio disse que se o rei quisesse come-la deveria ir até ela na sua cabana da salvação sexual. O velho também perguntou o rei se ele queria realmente fazer isto, pois poderia por em risco o seu povo fazendo sexo com aquela quenga. O rei não estava nem uma pouco preocupado, pois o que poderia acontecer de mau se ele comesse mais uma puta? Então ele aceitou ir até a cabana da mulher mostrar com quantos paus se faz uma foda (obviamente com um só).
4:55 A cabana da quenga ficava muito distante de Bucestópolis, o rei sozinho teria que atravessar muitos perigos só para comer aquela mulher, ele teria de passar sob a floresta dos veados, o pântano das porras, e o vale da frutinha, o rei totalmente destemido, pôs em risco sua vida e a integridade de seu cu pelo bem de sua reputação.
4:56 O rei teve de atravessar a terrível floresta dos veados, cuja era povoada por criaturas misticas que se alimentavam de cu humano, estas criaturas comem a carne do cu e infectam a vitima com o vírus da baitolagem, em pouco tempo as pessoas se tornavam baitolas e davam o cu de graça achando que é gostoso porque tá na moda. Este vale medonho era povoado por criaturas chamadas Centauros, nome que deriva de “Senta em touros”, são criaturas que dão a bunda para animais com grande capacidade peniana como touros, elefantes, cavalos, e bestas egocêntricas que fazem tudo por uma foda.
4:57 O rei consegui passar vivo pela floresta dos veados, porém seu cu estava sangrando e deveria chegar a casa da quenga antes que fosse tarde demais. Ele entrou no pântano das porras, um lugar medonho onde tinha criaturas misticas que se alimentavam de sangue do cu humano, estas criaturas eram chamadas de “Penislongos” , insetos com formatos de porras que parasitam o cu. O rei consegui passar pelo pântano das porras, porém seu cu agora estava sangrando e arreganhado.
4:58 O rei estava agora nos domínios do vale da frutinha, lá criaturas horrendas o esperavam, quer dizer, esperavam o pau de Tetônicus. Baitolas horríveis depiladas queriam de qualquer forma o pau do rei, Tetônicus berrou “Já foderam meu cu, mais meu pau não vão seus bicho filhos da puta!”. Tetônicus imaginou-se protegido sob as tetas da puta que falaram para ele, isso lhe deu forças para lutar e sair do vale quase ileso, porem agora ele estava com AIDS (Ardência Infernal Do Saco).
4:59 Tetônicus avista a cabana da quenga e sem mais demoras ele corre à sua porta. Para entrar na cabana, havia um sistema de campainha exótico, nele havia um sutiã como sendo uma balança, de um lado o rei deveria por sua vontade de comer aquela mulher e do outro deveria equilibrar a balança com moedas de ouro. O rei totalmente exitado encheu o sutiã de moedas de ouro, nisto, uma campainha tocou, a porta do barraco abriu-se assim como as pernas da quenga que habitava seu interior.
4:60 Tetônicus comeu a mulher como se nunca tivesse comido ninguém, e nunca havia mesmo. Depois da foda, Tetônicus diz ter sido o melhor sexo que já fez na vida, e perguntou se poderia fazer de novo, porém a puta disse que só concede o cu uma vez por dia para cada homem, se ele quisesse come-la novamente deveria voltar amanhã. Tetônicus ficou encantado com a puta, e no outro dia estava lá novamente sob as costas da sua amada puta.
4:61 Dia após dia, Tetônicos ficava cada vez mais obcecado pela puta misteriosa, ele já não se importava em passar pelo ariscado caminho, não ligava para a própria saúde e a saúde de seu cu, tudo o que queria era comer aquela puta mais e mais. Cada vez que Tetônicus voltava para comer a quenga, sua vontade aumentava, junto com isso ele precisava de cada vez mais moedas de ouro para equilibrar a balança/sutiã para comer aquela mulher puta.
4:62 Com isso, começou a faltar dinheiro no palácio, então Tetônicus aumentou os impostos para obter mais dinheiro de sua população que até então não sabia o que era imposto. O preço interno para se comer putas em Bucestópolis saltou de 68 centavos para 680 reais, com isso ninguém mais tinha a facilidade de comer mulheres, o povo se revoltou pela falta de sexo. Em poucos dias as putas de Bucestópolis abandonaram a cidade por falta de clientes, a população caiu no punhetismo e na pobreza de bater punheta, o rei não conseguia mais dinheiro da população e com isso não podia mais comer a puta que tanto sonhava.
4:63 Quando Bucestópolis finalmente estava em caos, Tetônicus pediu ajuda para Fedeus, este apareceu e disse ao rei de Bucestópolis; “Vistes, sua ganancia provocada pelo amor à uma puta destruiu seu reino. A balança mostra o equilíbrio que se segue nesta vida entre vontade de foder e dinheiro para tal ato, aquele que não pode pagar sua foda e se faz uso da pilantragem amorosa para foder, isto é pecado! Nós devemos foder as putas com consciência, e tu que és um rei deve foder não só pelo vosso nome, mas sim permitir que outros fodam, porque sem as putas uma tribo não sobrevive, são as putas que mantem o equilíbrio financeiro de sua tribo. Valorizai as putas e o metal, lembre-se; Foda a puta de hoje como sendo o metal de amanhã!”.


As fodas na Britania

4:64 Depois das muitas fodas e desventuras com os nordicos, os Bretões, mamavam nos peitos das branquelas celtas, e fodiam com os labios bucais e vaginais das romanas.
4:65 Na Britania, os magos, druidas, cafetões eram os lideres de grupos de heavy metal e de seus respectivos vilarejos. Como vossos irmãos do norte, eram simplórios, e so presisavam de camisas de banda, vinis, carne, rum, e mulheres para sobreviver.
Pelos séculos, seguindo as palavras de Fedeus, torturaram sem frescura os Romanos. Não tinham medo de se sujar com o sangue do inimigo, e não temiam os exércitos disciplinados de Jupiter, Netuno, e outros deuses escatologicos, insignificantes, baitolas, onde Jupiter tinha ciume do tamanho do pau de Fedeus.
4:66 O Tamisa, o Cam, e o Ham, se tornaram rios de sangue romano. Muitos romanos pereceram em vossas margens, enquantos os celtas festejavam com vosso folk e heavy metal. Na Germania, o Reno era vermelho de tanto sangue. Os germanos se embebedavam, e comiam putas, em nome do senhor, Fedeus. Se divertiam, ouviam Slayer, Helloween, e Tankard. Vossos intrumentos se levantavam, para ejacular nas mulheres de Roma. A paisagem exalava um aroma maravilhoso de bafo de cachaça e axilas que fediam a banheiro rodoviário.
4:67 Fedeus, enviara uma mensagem, para um simplório lider Bretão, Cronos, o senhor dos blackheads: “Vós és feio pra caraio, mas vossa coragem é melhor que sua aparencia. Quero que vós domine todos as outras tripos, e seja o Rei dos Bretões, Cronos, o feio. Vocês bretões estão a sós, mas eu o corou-o como Rei, para proteger a Britania de todas as más influencias musicais, que vem de dentro e fora de vossos pastos, para que nosso gado continue gozando do metal, em vez de ouvir merda e curtir a merda da merda que ouviram”
4:68 Cronos, o feio, parou com as atividades de sua banda, Venom, para prosseguir com as palavras do senhor de unificar a Britania, isso por que, alguns reinos cediam vossos territórios a dominação romana sem excitar em luta. Se rendiam a serem uma colonia, e isso exaltou a ira de Fedeus. Cronos, foi enviado a Fedeus, para unificar a Britania e fortalecer os hereges celtas. Fez perigrinação, com seu pequeno exército, para unir os bretões. A missão sagrada, agradava lideres de algumas regiões, como outros, num entanto, tavam dando o cu para Roma, e queriam lutar contra o Black Metal.

4:69 Foi uma guerra civil, uma luta entre barbaros da musica extrema, os Romanos e os lideres de regiões que davam o rabo para os generais romanos. Os lideres verdadeiramente headbangers, uniram-se a causa nobre e sagrada de Fedeus, pois estes lideres não usavam roupas pretas, cabelos longos somente por mera estética ou por modismo, mas por devoção a verdadeira, e glorioso metal que unia os verdadeiros hereges, os verdadeiros bretões!
4:70 Os grupos de Cronos resistiam as baitolas que davam pra Roma, e como também, resistiam as influencias musicais inferiores. A Britania estava dividia, entre colonias romanas e territórios barbaros, repletos de vilarejos com bares, puteiros, e casas de show de bandas de metal extremo. Ambos grupos lutavam para dominação da cidade de Londres. Os aliados de Cronos tinham dominado o País de Gales, o noroeste, e o sul do Rio Ham, enquanto os Romanos tinham dominado a regiões as margens do Rio Tamisa. Cronos teve apoio das tribos de integrantes de bandas de Heavy metal. O apoio cessara, quando essas tribos foram derrotadas por Roma.
4:71 Cronos ainda resistia fortemente as ofensivas de Roma, que eram como as ofensivas drásticas de uma adolescente em TPM e brutalmente alterada querendo destruir seu ex-namorado que a traiu para pegar uma morena com peitões.
4:72 Cronos, viu-se na merda. Sofrera derotas ao longo dos anos, e perdira ajuda divina a Fedeus “Eu, Cronos o feio, eu gostaria, seu filha da puta, Fedeus, que me ajudaste nestes tempos dificeis que me fodem fodidamente”. Fedeus o respondera: “Cronos, seu cuzão, se vossos exercitos ainda acreditarem no Metal extremo, então vós serás forte. Se influenciares em vão por musica vil, você irão limpar a minha fossa, porra!”. Cronos, indiguinado e fodido, perguntou a Fedeus: “Por que vós não dilacera, tortura, mutila, violenta, decepa, os Romanos, como fez com as baitolas que desejavam o rabo de Moyses?” Fedeus então respondera: “Eu não fiz merda nenhuma disto, ficastes biruta com tanto rum em vossa mente podre?”.
Então Cronos retrucou “Leia o 3:24 do Êxodo, la tá escrito que vós matares as bichas, seu bosta!”. Fedeus, irado respondeu: “Não profane a sagrada bosta, lembre-se, é da bosta (ou do barro) que veio o Homem! Pode ver nos primeiros versiculos do Fedeugenesis!”. Cronos, já puto pra caraio, gritou: “Você vai matar os Romanos, ou quer que seu enviado se torne prisioneiro dos Romanos?”. Fedeus dizera em seguida “Bem, se isso vai fazer você parar de gritar e encher o saco, eu vou matar aqueles romanos pra tu, agora me deixe tomar minha vodka e foder umas almas femininas condenadas”.
4:73 A batalha do Tamisa, a batalha decesiva para retomar um importante território dominado pela tirania romana, estava sendo iniciada no começo daquela pacata manhã ensolarada e monotona. O futuro de uma Britania livre para Metalheads estava nas mãos de Cronos e seus homens. Seu exército era menor do que o exército do general Augustos Cafetonis, esperiente general romano, bençoado por Jupiter. A batalha fora sangrenta, muitos mutilados, destripados no chão da floresta, nas margens sanguinárias do Tâmisa. Então, Fedeus, no meio da batalha lançara no exército romano um CD de musica pop, e dizera aos bretões: “Eu farei vossa vontade, todavia, tampem os ouvidos para não serem condenados”.
O CD continha musicas de decadentes grupos de girl e boy bands, o que enfraquecera os exércitos romanos, pois eles começaram a se infectar com essa musica repugnante. Se enfraqueceram e ficaram expostos. Com ouvidos tampados, Cronos sai vitorioso do Tamisa, enquanto os romanos adoecem com aquele som que cagavam nas mentes, e fodiam o cerebro. As legiões romanas ficaram infectadas por aquele golpe, por aquelas musicas. A musica pop tomou seus corpos, os possuiu. Foi bizarro, e foi muito gay, acima de tudo!
4:74 A Britania se levantava vitoriosa novamente. Cronos, era o rei de boa parte do Norte, noroeste, e centro da Britania. Foram dez anos de harmonia, onde os Bretões eram gente de novo, onde os homens pararam de fazer franjas, e deixaram seus cabelos creserem até vossos pés. Onde as mulheres voltaram a ser simplórias quengas inocentes e sosegadas. Onde as bandas viviam no undeground, com suas simples gravadoras. O metal predominara novamente, até que os romanos pop ganharam mercado, dinheiro, no mundo inteiro. Vossa influencia lucrativa, com bandas com Oasis, fodeu até com Fedeus. Nem fedeus, podia parar com o avanço comercial de bandas insignificantes de rock pop da Inglaterra. Cronos, e seus seguidores se exilaram na Escócia, derrotados, pois não tinham como lutar contra ao poder da merda da midia. Mas Fedeus os consolou: “Continue com vosso legado, e migrem para outras terras alem da europa, proliferem o Metal ao mundo, para que ele nunca, e jamais sejas esquecido. Nos corações dos verdadeiros homens, dos que realmente são machos, os que realmente se dedicam a apreciar ou fazer um som digno de ser ouvido, aqueles que não são modistas ou traidores. O heavy metal não irá morrer com vocês, ainda existirá em outros lugares”
4:75 Milhares seguidores de Cronos, foram para a California, nos Estados Unidos, onde inventariam mais tarde o Thrash metal da Bay Area. Uns se fixaram na escandinávia, e outros continuaram vivendo na Escocia, que nunca fora completamente romanizado.
4:76 Cronos, viveu até o fim de seus dias numa cabana simples, prosseguindo com os trabalho com a banda Venom. Sempre fazendo um som sujo, e poderoso. Foi nomeado a santo por Fedeus, por lealdade, fé, e força. Cronos, o feio, teve uma vida confortavel. Morreu como uma prova viva que era um verdadeiro metalhead, e que muitos britanicos que se renderam ao pop, eram meramente um monte de cuzões modistas e burguesinhos. Vomitava em camisas do Oasis, escreveu letras sobre satã, carregadas de ódio ante cristão, bebeu e fodeu pra caraio, mesmo sendo feio pra cacete! Seu legado reinou numa eternidade de estupidez, preconceito, ignorancia, homossexualismo, racismo, capitalismo, socialismo, botolismo, masturbação, siririca e embriaguez. Seu nome foi desenhado na porta do banheiro masculino, no grande banheiro de Fedeus, onde a privada estava até a tampa com merda e feijoada, onde, os bretões traidores estavam na fossa, tendo que aguentar as churrascadas que fedues cagava, pois tinham desonrado o Heavy metal e o Metal extremo, se entregue ao Pop. No final, Cronos foi recompensado, com o trabalho escravo daqueles que o trairam, limpando as bostas duras e moles que reinavam o inferno de colifromes fecais divinos e sagrados, que ardiam vossos olhos de tanta bosta. Um colirio fazia bem.

Germania – ascenção e queda, e ascenção novamente

4:76 A decadencia germanica se anunciava ao sul. Tribos mais influenciaveis, no reno, se globalizaram. Tribos que lideradas por adoradores da musica eletronica, e seus tons repetitivos e nauseantes. Ao norte, a alemanha continuara fiel as bandas de Thrash metal, como Sodom e Tankard. A germania conquista alguns territórios após a decadencia do Kreator e destruction, porem quando essas bandas voltaram a lançar albuns fodões, os germanicos metalheads reconquistaram territórios e se mantiveram fortes. Gerre, do Tankard foi coroado por Fedeus, e considerado pelo mesmo, um rei e santo da Germania. Gerre tinha uma moral impecavel, so bebia, so fodia puta, era o exemplo moral do homem germanico. Ele conquista a bavaria, terra santa de Fedeus. Onde putas davam de graça, por causa da embriaguez, e a cerveja tinha em abundancia. Gerre tinha derrotado muitos lideres traidores do heavy metal, como “Kisk, o sem cabelo”. A Germania vivia na ascenção de “Gerre, a banha de alcool”. Gerre era também, o lider espiritual, um mesias enviado por Fedeus. Germania estava abençoado, e assim esteve por milênios. Octoberfest se tornou a data que os germanicos comemoravam a vitória sobre os excércitos de Kisk, onde, crianças, avós, mães, pais, tias, netas, primas, primos, amigos bebiam até vomitar tudo. Os templos sagrados se tornaram vomitórios repugnantes da graça do senhor, Fedeus.
4:77 Fedeus dizera a Gerre: “Em meu nome, quero que vós conquistes mais terras, e foda com os romanos!”. Assim Gerre, lidera vitoriosas campanhas de guerra ao sul do Reno, e agora, Germania era um extenso pais, repleto de festejos santos. Praticamente todos os dias eram feriado, exceto domingo, que era o dia de dormir de ressaca depois de seis dias direto bebendo. Gerre dividiu as classes germanicas em Rei, Senhores Cafetões, Donos de Bar, Putas, bebuns (povo), e escravos cuzões (capturados dos territórios reconquistados). Em nome de Fedeus, os senhores cafetões e donos de Bar teriam as maiores possições da hierarquia germanica, pois eram enviados divinos que teriam poder de doutrinar e liderar a religião fecal para todos os germanos, de todos os bares e bordeis da Alemanha. Esses so não eram maiores, do que Gerre, pois ele era enviado divino para gozar da Tankard de ouro, enche-la com litros de cerveja e chopp, e foder putas com o poder do alcool.
4:78 Tudo esteve em harmonia por séculos. A morte de Gerre colocou em xeque a harmonia dos poderosos cafetões e donos de bares. Com a morte do lider do Tankard, o “Gerre, bucho de alcool”, deflagrou uma guerra civil. Os cafetões queriam mais poder que os donos de bares. Fedeus dentou interver, dizendo “Sem putas pra foder e cervejas pra beber, não existe harmonia, paz, e equilibrio na sociedade”. Porem, de nada o aviso de Fedeus funcionara, ambos os lados rivalizaram-se. Se devlagrava diante dos olhos chapados de Fedeus, uma guerra civil envolvendo as duas classe sociais: Cafetões/putas e donos de bares/bebuns.
4:79 Donos de bares fecharam as portas para putas, cafetões e cafetinas, fazendo boicote a cana para a classe dos senhores Cafetões. Os cafetões por sua vez, fecharam as portas dos bordéis para os alcoolatras, donos de bares e botecos. Houve uma incrivel, sanguinária, desnecessária, inutil, vil, futil, maravilhosa guerra civil. Por muito tempo a Germania, que eras sagrada e boêmia, agora se tornaste um caos. A base da economia eram os bares, e puteiros. Com a guerra civil, a economia se fodeu pra caraio, e não tinha mais caralho ou aranha pra foder. Fedeus, estava meditando a solução para o problema, pois não queria perder os bares que frequentava na Germania desde que a Germania era uma jovem nação, e nem queria abir mão das putas germanicas, peitudas e bebadas, que existiam desde que a Germania ainda era um adolescente punheteiro, maconheiro e cachaçeiro.
4:80 Ele enviou a Germania um salvador, um mesias, ou melhor, “a messias”. Com muito corpo, seios enormes, e usando uma caneca gigante de chopp, Helena era uma mulher divina, uma santa. Nascera para pacificar a germania, e unir os boêmios, putas e cafetões. Teve uma infancia dificil, pois seu cafetão era seu pai, Adolfen Bucetafen, que a proibira de dar para os bebados da cidade. Como ela era caridosa, ela dava para os necessitados e deprimidos bebuns, que não fodiam a muito tempo. Ela pagou por desopedecer fosso pai, mesmo sofrendo castigos de seu pai, continuava sendo caridosa, gentil, humilde em “dar” para os mais necessitados.
4:81 Aos 22 anos, era uma quenga arrasada, e triste, pois apanhava muito de seu pai, que estava irado e sobrio, depois do boicote dos donos de bares. Ela estava com muitas crises existenciais, e não podia beber para alivia-las. Um dia, numa tarde de merda, estava prestes a ferir vossos pulsos, desistindo de viver naquele mundo sem alcool e de discriminação social, onde os bebados mais necessitados não podiam viver, Fedeus veio em sua vida e disse: “Porra, suicidar é coisa de emo! Sua situação é dificil, mas não vai me fazer uma foda dessas, vai? Você não é uma vadia qual quer, você nasceu para unificar a Germania. Onde putas voltaram a serem comidas por bebados, onde cafetões, cafetinas voltaram a beber pra caraio. Este futuro, so dependes de vós, Helena, senhora dos bebuns. Vossa missão é fazer que essas duas classes voltem a ser unidas, e que eu possa levar uma puta para beber comigo num bar em Munique”
4:82 Helena, agora, “HELENA, SENHORA DOS BEBUNS” indagou a Fedeus: “Eu aceito vossa sentença senhor, mas mostre-me o caminho”. Fedeus mostraste um bar abandonado, e dizera: “Seja dona daquele bar, que vós verás vosso futuro que eu planejo pra você. Boa sorte, pois agora eu vou assistir meu futebol”
4:83 Em duvida do que Fedeus queria, ela abriu o bar. Muitos bebados, a reconheceram (os mais sobrios), como uma quenga. O ato de se tornar uma quenga, dona de um bar, comoveu muitos figados podres da cidade, como também levou o desprezo dos senhores cafetões a sua imagem. Sua vida foi voltada a proglestinação, para unir os germanicos. Abriu muitos outros bares, abriu muitas portas (abriu muitas pernas) e nestes bares aceitava tanto putas, quanto bebuns. O alcool libertou muita gente, e se tornara uma das maiores donas de bares, alem do fato de ser puta.
4:84 Helena, senhora dos bebuns, comoveu a Germania. O simples e singelo ato de ser uma puta e dona de bares, uniu Cafetões, putas, bebuns, donos de botecos, antes inimigos na guerra civil. Sua capacidade de unir inimigos, unir o whiskie e a vodka, a fanta com a cana, o rum com a coca, o martini com o suco de morango, alem de dar em misturinhas maravilhosas, deu numa paz que unia e embreagava os germanicos. Os boicotes acabaram, e ela foi coroada a rainha da Germania, santa padoeira dos pinguços, e na Holanda, foi chamada de “Santa Quenga dos maconheiros”.
4:85 Como Rainha, Helena, senhora dos pinguços, anunciara a paz desde dos alpes suiços, até ao norte, proximo da Jutlândia. Sua simplicidade e modestidade fez ela ser uma rainha com voraz apoio popular. Deu a bunda para muitos reis, principes, evitando muitas guerras com outros reinos, e fazendo Roma cesar de atacar a Germania após seus serviços “voluntários” a Trajano, imperador romano que tava precisando gozar. Ela restarou a paz em Germania, por caridade, dialogo, e principlamente “contato” mais intimo com seus inimigos. Quenga dos bebuns, dona de bar das putas e cafetões. Dava a bunda sagrada pros pobres, e era fodida pelos ricos. Uma prova de graça e fé a Fedeus!
4:86 Após a morte de Helena “a senhora dos pinguços”, Fedeus foi ao Bar Real de Munique (capital da Germania na epoca) e dizera os seguintes dizeres: “Vossa morte não serás em vão. Pacificar putas e boemios, não é somente restaurar harmonia e paz, mas também, restaurar o tesão de ambas as partes. Vossa sociedade, morta depois da morte de Gerre “o bucho de alcool”, agora foi santificada por Helena, “Santa das putas” e “Senhoras dos pinguços”. Em sua homenagem, todas as sexta-feiras serão sexta-feiras santas, pois Helena nasceu numa sexta-feira, e morreu nesta ultima sexta-feira depois de um coma alcoolico. Ela teve uma morte ideal, a que todos desejamos pra nos mesmos. Uma morte sagrada com fé, e alcool! Para festejar as sextas santas, todos beberão até ficar em coma ou aminésia, foderão até brocharem ou tiverem tanta dor que se torne prazer. Bebarão e foderão como se morresem amanha! No sabado, isso continua, e no domingo, todos cairão mortos em vossas camas, com ressaca e enxaqueca”, assim falou o senhor.

Finlandia Blasfema

4:87 Os nordicos, enquanto viam seus aliados, Bretões e Germanicos fodidos e devastados por conflitos, guerrras, e constantes traições ao heavy metal, noruegueses, finlandeses, islandeses, suecos se mantinham na tradição classica de todos os barbaros: Muita cerveja, mulher e heavy metal. Noruegueses e Suecos, enlo uqueciam e bebiam whiskie na ascensão do metal extremo em vossos territórios. A Noruegua com o Black metal, e a Suécia com o Death metal. A finlandia, foi em outro rumo...O viking e folk metal. Fedeus curtia o folk metal, porem estava receoso, e com temor que a Finlandia blasfemasse, e criasse um estilo musical escrotamente dispar do metal extremo, ou pior, um estilo horrendo com vocais femininos, onde os temas liricos estivessem relacionados fortemente com depressões e problemas de relacionamento, onde as bandas do genero enfatizasem a comercialização de seu som na midia fonografica, fazendo e tocando um monte de merda pra viver, em vez de fazer um som bem trabalhado, original e acima de tudo, fazer merda por necessidades biologicas e não pra viver.
4:88 A Finlandia, a cada dia que morria em vosso horrizonte, o seu som se distanciava mais da pureza e essencia do Metal. Isso levava a tona os temores de Fedeus num futuro de desgraça musical para aquele reino gélido, repleto de grandes bandas de Folk Metal, como Korpiklaani e Finntroll. Como os outros reinos barbaros, a Finlandia estava subidividida em condados e vilas, dominados por musicos das principais bandas locais.
Ao longo dos tempos, muitos lideres de vilarejos, condes, grão-duques se renderam a midia, pois não possuiam em suas almas a verdadeira essencia nordica e viking pra fazer arte em forma de musicas, e sim, o desejo capital de lucrar com um som comercial pra caraio. Assim a Finlandia se dividia, como a Bretania anteriormente...
A parte ocidental da Finlandia, puramente folclorica e tradicional, defendia o Folk metal. A parte oriental da Finlandia, puramente comercial e emotiva, defendia dois generos de musica em ascenção na midia: Power e Gothic Metal. Fedeus, então falou pessoalmente com o lider da Filandia ancestal (Finlandia ocidental) Jone Jarvela, lider do condado de Lahti, com os seguintes dizeres: “Solinhos melodicos, vocais femininos de opera, vocais melodicos não são pario para a verdadeira musica. Procure união entre vossos amigos, os noruegueses e suecos. De vossas putas e cervejas para vossos amigos, que vossos amigos lhe darão vitória e quengas satisfeitas de volta a vosso reino”
4:89 Jervela concordou com Fedeus so por ele ter falado a palavra “cerveja” no meio da frase. Isso o motivou profundamente a fazer a graça do senhor. Então, ele foi lutar contra o som melodico que defecava nos ouvidos do mundo, e nas mentes dos nativos. Os excércitos da Finlandia Melodica (Finlandia Oriental) tinham grande força economica e financeira para comprar armas, e subornar lideres e reis, num entanto, os Finlandeses ancestrais não foram como os Bretões, não se venderam por ouro, não deram a bunda para musicos melodicos baitolas, pois eles eram macho! Você achava que seria a mesma história que os Bretões? Opviamente que não. É como Fedeus dizera aqueles boêmios, barbudos e cabeludos: “Vós tens que idolatar vossas putas, pois elas são mulheres abençoadas por minha graça. Dos seios até a vagina, é so tessão sagrado e orgasmo. Porem, vosso povo não tem que ser a “quenga”! Dar a bunda para o inimigo, não é somente se corromper aos meus ensinamentos, és também ser uma baitola, pois so um povo baitola que dá a bunda para aqueles que fazem musica melodica ou gothic metal. O povo, quando se tornar baitola e quenga, não precisa mais lutar, pois ouviram Sonacta Artica e Nightwish nos fins de semana, enquanto eu, ouvindo Slayer, os condanarei ao inferno fodido e fecal da minha fossa!”

4:90 As primeiras batalhas, os Melodicos substimaram erroneamente os ancestrais. Mesmo em vantagem numérica, os Melodicos perderam muitas batalhas para os Ancestrais, pois os ancestrais não tinham remorso em destruir as camisas do Sonata e Stratovarius, não temiam usar o machado para dilacerar a carne dos inimigos, não temiam a morte, e não se magoavam com a morte de seus parentes em batalha, pois eles iriam a Valhala, ou no banheiro sagrado de Fedeus. Essa guerra, fez unir até os deuses.
Odin, deus dos nordicos e Fedeus, deus fecal, se encontrariam num bar qual quer em Helsinki, na Finlandia. Fedeus, entrou no bar, e comprimentou todos que ali estavam, como costumava fazer todas as noites de porres. Então, sentado na cadeira do balcão Fedeus avistara um homem alto, sem um olho, e muito sossegado. Como Fedeus era bastante sociavel, puxou assunto com o até então desconhecido Deus nordico “Então meu nome é Fedeus, qual é o seu nome, meu novo amigo?”. Odin então respondera “Sou Odin, Deus do povo dos fiordes, das terras gélidas e onde nenhum cristão reinará em paz”. Fedeus agradado com o comentário disse “Porra, tu é gente fina pra caraio! Hanz, traz 5 whiskes para esse filha da puta sem olho, ele é boa gente!”. Odin então perguntou para Fedeus “Você não é aquele Deus doido que come muita mulher de rua?”. Fedeus assim afirmou “Sim, sou eu mesmo, quanto não to no banheiro”
4:91 Fedeus e Odin beberão muito, sendo deuses, juntos, acabaram com a cerveja do bar. Não consiguiram pagar todas as cervejas, então tiveram que lavar a loça do lugar. Fedeus, como sinal de retribuição a vossa amizade com Odin, lhe deu muitas putas para ele foder, e alguns Whiskies...Odin, recependo o presente disse a Fedeus “Ainda bem que minha mulher não está aqui!”. Assim ele aceitara o presente espontaneo e de bom grado de Fedeus. Consequentemente, se tornaram amigos.
4:92 Fedeus tinha feito aliança com muitos deuses para ser franco, encontrando alguns deles em crises existenciais, encontrava outros deuses que tinham se tornado ateus de repente em muitos bares espalhados pelo globo. Os unicos deuses que Fedeus jamais teve uma boa afinidade, foram o Deus cristão (um deus irado pois não tem mulher pra foder e kaiser pra beber), o Tao (deus taoísta, que na verdade é um monje, não fode, não bebe, não fuma, não cheira...), Alá (que quase cortou o pinto de Fedeus, quando ele foi pego comendo uma de suas 546 esposas), e o Buda (na verdade, ele nunca falou com ele, pois Buda estava meditando como sempre). Fedeus se deu muito bem com deusas egipcias e gregas, porem, não se deu muito bem com os maridos das deusas. Mas isso não é relevante agora, continuaremos com a história dos combates na Finlandia no proximo vesiculo 4:
4:93 Os Finlandeses ancestrais conquistaram muitos territórios, foram bem sucedidos para conquistar a parte ocidental da capital, Helsinki. Se você já estudou alguma vez em sua vida, ou pelomenos, já fez o ensino médio (mesmo reprovando pra caraio), deve saber que Berlim foi conquistada pelos soviéticos pela sua parte oriental, algo similar acontecia em Helsinki, mas ao invens de nazistas decadentes batalharem contra comunistas, barbudos e porrados de vodka, Helsinki estava sendo disputada por emotivos melodicos e rudes vikings. Jervela, ganhava respeito, e se tornaria, num bar, o rei da Finlandia Ancestral, abençoado por seus feitos e vitórias.
Mesmo com as vitórias em menor numero dos Finlandeses ancestrais, a grande arrecadação de dinheiro que os burguesinhos melodicos sustentavam, freiou com as avançadas dos Finlandeses Ancestrais. Após perdas significativas para ambos os lados (os soldados ancestrais morreram de doenças relacionadas ao figado de tanto beber vodka, e soldados melodicos se suicidaram com a perda de seus amigos e parentes em batalha), decidiram fazer um acordo.
Como acordo de paz, Jervela, rei dos folks, pediu umas fodas voluntárias com Tarja Turunen, rainha da Finlandia melodica, para simbolizar o cessar fogo das tropas. Este periodo de cessar fogo fez reinar uma prospera paz na Finlandia dividida. Nesse periodo, teve até a tur do Turisas com o Dragonforce. Depois de Jonne Jervela se cansar da Tarja, alegando que ela não tinha muita carne pra ser comida e fodida, como também ela era muito emocional e moralista para seu gosto, Jervela acabou com o cessar fogo, e voltaram a guerrear entre si. Nenhum conquistou o outro. A Finlandia ficou divida por uma porrada de tempo. Jervela sempre vez seus acordos de paz, para foder algumas gostosas do Gothic metal. Jervela foi um mulherengo, fez 15 filhos com mulheres diferentes. Rumores dizem que ele teve um filho com Turunen.
O Korpiklaani continuou a fazer excelentes albuns, incriveis obras de arte. Turisas se tornou mais comercial. Finntroll decaiu um pouco... Jervela, por ser um doido, aficionado por vodka, foi santificado por Fedeus como “Jervela, o senhor da 51”. A data de comemoração e festejo, do dia em homenagem a Jervela era comemorado após 51 dias após o primeiro dia do ano.
Fedeus condenara Tarja a ir na fossa, porrem ele não aguentara mais ela cantar embaixo de toda aquela merda, então a mandou para o céu cristão, com um bilhete para Deus: “Estou dando ela de presente em gratidão de você ter transformado milhares de minhas quengas em crentes, de ter construido aquela merda de igreja no bar que eu mais frequentava, de ter criado o Metal cristão e o gospel universitárido, e de por ter tirado meus filmes porno na madrugada por reprisses de programas pentecostais. Por favor, não me devolver este presente, seu cuzão filho da puta!”

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