12:1 Primeiro de Janeiro do ano 666, 3 horas da tarde, Fedeus dispertara depois de uma passagem de ano mergulhada em alcool, ódio, e 51. Acordou todo mijado sobre os lençois do porre.
Na festa, Fedeus tratou todas as jovens como se fossem sua mãe. Ele mamava nelas e elas davam chupeta para ele. Gelada era a bebida e quente eram as mulheres chapadas com vossa ira. Fedeus ajudou algumas mulheres, estas por vez, também o ajudaram muito.
Em todo caso, Fedeus dispertava num novo ano, não se trataria mais de um ano patético, mediocre, maçante, nefasto. Mal sabia Fedeus que o ano de 666 não acabaria numa rapidinha desanimadora, mas seria como uma orgia diversificada e com a familia inteira participando, primas, tias, cunhada, sobrinhas, irmãs, e de preferencia, todas elas se lambendo e se comendo.
Seria um ano facinante, interessante, fodástico, e horrivel acima de tudo. Reversão de conceitos, novos pensamentos, novos parceiros e parceiras, novas orgias, novos modos de se vestir, transar, comer, e se alimentar na cama. Um ano em que as mulheres se rebelaram ante seus maridos de pal froxo, e ficaram com mulheres mais jovem, mais gostosas, e com mais...Como vamos dizer...Busto.
O ano de 666 hasteou a bandeira da putaria, do inconformismo, da contra-cultura, e a bandeira de novas praticas sexuais, geralmente bizarras e iracionais.
12:2 Essa merda de vesiculo está dividida em alguns capitulos que vão contar as passagens, orgias, meses que protagonizaram o ano de 666.
Um ano que adolescentes masculinas sairam do armário, necropedofilos sairam da tumba, e que zumbies se juntaram a festinha de fim de semana na casa da sua irmã.
Um ano que exalou liberdade nas vaginas púdritas de cadaveres semi-decompostos, um ano que adolescentes beijavam as aranhas das amigas, um ano que o gore/death metal dominou a cena do metal extremo, hostendando a ideologia do sexo livre com cadaveres, a necropedofilia consciente, e a luta por dessenterar os cadaveres nos cemitérios publicos. Um ano que a lésbica bricava de médico com sua namorada, e comia o irmã desta. Uma epoca acima de tudo que as praticas de necropedofilia e lesbianismo estavam em ascensão. Os bacanais nos necrotérios, as siriricas coletivas, as orgias no banheiro feminino da escola, as rapidinhas nos caixões...Bons tempos quando podia ser traido por uma namorada lésbica.
A revolta das sete aranhas e 14 tetas
12:3 Na Opos day, as mulheres eram subordinadas a homens que não a satisfaziam, não a alegravam, não davam orgasmos a elas. O sexo era meramente reprodutivo e era raro.
Eram obedientes a homens com intrumentos infimos, insifnificante demais para sentirem alguma coisa, numa realidade fundida com o extremo conservadorismo cristão.
12:4 Aos poucos as mulheres viviam mais proximas, muitas delas começaram a ter um relacionamentos mais intimos e puramente fisicos do que outra coisa. Algumas encontraram prazer e qualidades fisicas que não eram encontradas em seus maridos. A vagina de uma estava cada vez mais proxima da boca de outra.
Algumas delas eram virgens, outras so tinham transado uma vez, que na ocasião, foi so para ter um herdeiro de terras de um cristão com uma piroca fina.
12:5 Passou noites e mais noites, e sete mulheres de uma vila pertencente a Opos Day se aproximaram muito. Em seu grupo a cobra não tinha vez, so dava aranha e siririca.
As sete mulheres se organizarm em março de 666 para mobilizar as outras mulheres a sair da Opos Day e revindicar mais liberdades.
A revolta foi fracassada, o grupo pequeno de mulheres, conhecido como “Sete aranhas e 14 tetas”, composto por donas de casa, jovens freiras, e jovens adolescentes so conseguiram uma boa orgia longe da Opos day e dos padres e maridos froxos que não funcionavam mais.
12:6 O grupo das sete aranhas e 14 tetas perigrinavam a Europa inteira para promover grandes orgias entre mulheres. Espalharam as idéias lesbianas, e muitas mulheres na Europa começavam a optar em viver com uma vizinha gostosa do que um marido cachaçeiro e mediocre.
Elas criaram o movimento lesbiano impulsionadas pelo homem cristão, que so dava so um ou dois filhos e depois não funcionava mais. Os homens que seguem Deus estão predestinados a ser como ele, pais conservadores, cornos.
O lesbianismo aumentou extraordinariamente em grandes proporções, as jovens não queriam mais serem estupradas por homens gordos repletos de banha, queriam naquele momento, chupar a aranha da minha, da sua, e de nossas primas.
Os cristãos estavam sendo traidos por traidoras pouco provaveis. Num entanto, os fiéis de Fedeus começavam a se foder com isso.
12:7 Chegou um tempo em que as putas não queriam dar mais para os machos, cachaçeiros, mas sim para “amigas intimas de infancia”.
Mulheres, de meras quengas viraram matriarcas supremas. Pela primeira vez neste livro, relatamos acontecimentos contra nossa natureza machista e boemia. Pois bem, nesses tempos dificeis, as mulheres eram as cafetinas e os homens os escravos. É isso que chamo de feminismo!
As adolescentes começavam a curtir uma aranha, algumas meninas desde que nasciam já demonstravam ser lesbicas, negando sair da vagina da mãe, e chupando compulsivamente seus peito.
As meninas já demonstravam interessse pelo mesmo sexo. Algumas perdiam a virgindade brincando de medico com uma amiga. Muitas delas não eram mais virgens depois dos 10 anos, em média já tinha feito duas vezes uma chupada ou lambida na Ana, na Xana, e na Luciana.
12:8 O homem europeu começa a ficar sem mulher, prima, tia, sequestrada e iludidas pelos peitos enormes de outras mulheres. Alguns começaram a cair em punheta, um dono de bar fodido com a situação, invoca Fedeus: “Ó senhor dei a luz a essas aranhas. Ó senhor, coloque uma cobra no meio da história! Porra senhor, vos ajude, ou se não cairemos no abismo de punhetismo e revistas porno mergulhadas em um ódio grudento e viscoso”.
Fedeus com uma feição bem pretenciosa e maliciosa disse “Meu caro, não vou bancar a feminista de plantão, se as mulheres se tornaram sapatões de repente, não é algo que ocorreu do nada meu caro. Vocês homens patéticos deixaram essas mulheres cairem no desanimo. Sua virtude não sobe mais, sua sabedoria não entra e sai dentro delas, não é atoa que agora o dedo de uma está mais proxima da vagina de outra e a boca de uma está mais proxima da teta de outra.
Isso é uma batalha entre aranha e cobra. Combata veneno com veneno. Isso dá uma orgia espetacular meu caro”.
12:9 Fedeus sabendo dos rumores de uma febre de lesbianismo, foi até a vila de Siete Tetas na Espanha, dominada por 7 matriarcas, muito gostosas por sinal.
A cidade estava repleta de mulheres se pegando, aranhas se esfregando. Fedeus apenas entrou no meio da orgia, e sua cobra comeu as aranha. Os homens da aldeia viram a inaciativa simples de Fedeus, e logo perceberam que poderiam viver em harmonia com as lesbicas, pois como diz o senhor “Toda a lesbica é bisexual. Logo, ela te come, ou você come ela. Não importa se irá ser comido ou não, todo mundo vai almoçar bem! E mais, se uma lesbica roubar a sua mulher, faça uma troca de favores entre vocês três”.
12:10 A europa encontrou um meio de conviver com o lesbianismo que so crescia como o pelo na vagina de uma adolescente.
Cabia ao homem ficar no meio da relação de amiga com amiga, e comer as duas aranhas.
Chris Barnes, o necropedofilo
12:11 Ao mesmo tempo que a Europa estava sendo fodida por várias posições diferentes, o Estados Unidos era fodido por que estava morto e apodrecendo na tumba das 13 colonias.
Em Tampa, Florida, num pantano escaldante, nojento, fétido, nascia Chris Barnes, filho de um Aligator macho e de uma Pé Grande.
Chris barnes nasceu imaturo com um parto dificil. A Pé Grande pariu sem assistencia médica, já que o hospital mais proximo estava a 300km de distancia.
Ela primeiro arrancou todo aquele pelo gosmento, repleto de musgo em volta sua genitália, e Chris Barnes veio ao mundo mergulhando naquelas águas repletas de lodo e fezes de jacaré. Chris barnes viveu dois meses numa lata de lixo, pois os seus pais achavam que ele tinha tinha morrido na hora do parto de tão feio que ele era. Nesses dois meses sobreviveu de frutas acedas, carne estragadas, camisinhas usadas, papel higienico, ou de qual quer merda que jogavam no lixo.
Comer lixo influenciou muito para apodrecer seu cerebro e danificar suas reações motoras.
12:12 Teve uma infancia muito dificil estuprando aves e doninhas. Era uma criança adoravel e amavel que adorava decepar a cabeça de filhotes de aligator. Seus pais insistiram que ele estudase na cidade de Tampa, mais proxima daquela merda de pantano escaldante, aquela selva repleta de animais veados e frescurentos.
Seu pai era um dos frescurentos. Já tivera muitos casos com negos aligator de 6 metros nas costas...Bem, o fato que seu pai era veadinho e sua mãe era vadia é irelevante...Onde estávamos?
Ah...sim...Em tampa Chris Barnes teve uma infancia muito colorida, repletas de emoções fortes, muitos amigos...
“Olá, eu quero devourar sua carne, e comer sua boceta com se fosse um verme” disse Chris Barnes a uma das crianças inutéis de uma das escolas que tinha sido expulso por temperamento exaltado, violencia verbal e fisica.
Os professores o destavam, as alunas o temiam, e seus colegas nem chegavam perto.
12:13 Aqueles que satirizavam as frases sem nexo, nojentas, e repugnantes de Chris Barnes eram massacrados por golpes de facão de cortar cana.
Chris Barnes já tinha passado por 5 reformatórios até os 15 anos.
Tinha perdido a virgindade pagando 150 para uma piriguete na na sua vizinhança. Seu pai estava muito ocupado sendo um...Aligator veado, e sua mãe peludona tava se fodendo trabalhando em vários bicos mediocres e desumanos.
Sua pequena familia, seu pai e sua mãe, eram pobréssimos. Sustentavam-se com o dinheiro que sua mãe Sasquati conseguia dos seus cinco empregos (circense, prostituta, professora, biologa, e trapezista) e do que seu pai conseguia dando a rola e se vestindo de mulher para outros reptéis sulistas.
12:14 Chirs Barnes não conseguia encantar as mulheres com seu charme “gore”. Não penteava o cabelo, tomava banho de lodo e esgoto, e tinha encantadoras xavecos para inpresionar alguma das putas mirins de seu colégio, como “Eu vou comer seu cu como a cabeça decapitada de uma ave”, “Vou ejacular na sua cara morta e repleta de pus. Na luz de quem me seduz, vou arrancar sua pele, e foder seu cu”, ou “Vou molestar sua alma, e vou foder sua vida com muita calma! Quero ver você defecar vermes, vou embalar vós pelo cu, e vou mijar na sua boca”
Como vem, ele era um exemplo de boa gente, gente fina sabe? Era um cavaleiro, uma pessoa muito amigavel e sociavel.
12:15 Chris Barnes não conseguia pegar ninguem, então começou a estuprar algumas patricinhs no seu colégio. Isso não o satisfazeu, ele queria mais! Então ele começou a estuprá-las enfiando uma faca em todos os seus ourificios. Ele viu que elas não sofriam o suficiente, morriam depressa de mais.
Estava psicótico pra caralho, sempre querendo mais, como um drogado cheirador, estava viciado num universo sanguinário, bizarro, e horrendo.
Um dia, ele matou uma colega de sala. Não satisfeito explodiu seus miolos, e escreveu com seu sangue: “Eu amava ela”.
Então ele pensou numa nova pratica sexual nunca dantes explorada por nenhum pervertido, estuprador...A necropedofilia! Para você, mero leigo, necropedofilia é o ato sexual com cadaveres.
Sua paixão pela necropedofilia começou mesmo quando sua mãe o levou no cemitério que ela tinha começado a trabalhar como coveira.
Um dia ele pulou o muro e encontrou seu maior amor de sua vida enterrado num cova raza do cemitério. Era uma menina linda, apesar de estar 3 meses em decomposição, e sendo comida por vermes e por ele. Ele começou a enjacular tudo em cima dela, transou com ela por 5 horas, ela nem se mexeu.
12:16 Chris Barnes desenterava e enterava a mesma cadaver todas as noites que ia ao cemitério. Seu amor pela jovem púdrita, semi-decomposta é relatada na musica que ele compos no cannibal corpse, “I CUM BLOOD”, que veremos mais tarde, pois até em falar em comer cadaveres me revira o estomago.
Vo vomitar agora...Urghhhhhhhhhhhaaaaaaaaaaaaa...
12:17 Bom onde agente tava? O que, eu vomitei em você? Kkkkkkkkkk. Azar o seu, chupa vai, bicha!
Bom, trocando os insultos, já me recuperei e vou retomar o rumo dessa porra de história. E para os incomodados...Não gostou da repugnancia de Chris Barnes? Não gosta de death metal...Então vai ler Herry Potter sua vadia!
12:18 Ele passou 3 anos sem tomar banho, lavar o cabelo. Ele fedia a cadaver de tanto que lambia o cu de jovem morta. Curtia uma aranha podre, uma pele amarela, verde, ou em decomposição.
Seu estranhos gostos, paixões, amores, praticas sexuais não foram despercebidos. Ele começou a se expressar pela poesia, e se indentificou com o movimento gore e de death metal.
Uma sintese do death metal e o cannibal corpse
12:19 Numa certa manha, Fedeus gritava pra caralho por causa de sua disenteria. Vomitou as tripas e defecou os rins. Seu grito na ocassião foi conhecido como “gutural”, palavra que vem do latim que quer dizer “gritaria sem nexo”.
Esse vocal de agonia foi adotado pelas bandas de death e black metal, e por algumas bandas de thrash. O black metal utilizou um gutural conhecido como “gutural de empalamento” em que os vocais reproduzem um grito de uma pessoa sendo empalada. Gore/grind utilizou o “gutural de porco”, um gutural sujo, que parece um porco cantando, vomitando, e cagando ao mesmo tempo.
12:20 Certa noite num cemitério, Alex Webster, um jovem sossegado e maconheiro, andava pelo cemitério com uma camisa do Sadus. Ele então viu uma aparição, que a primeira vista parecia um monstro molestador de cadaveres, pois o bicho tinha musgo crescendo no cabelo. Quando percebeu se tratando de um humanóide subdesenvolvido, Alex Webster oviu Chris Barnes falando os seguintes dizeres a sua vitima desenterada “Grita vadia morta! Grita, agora eu vou foder seu cu, comer seus vermes!”. Alex Webster achou aquilo bizarro, muito nojento, mas o vocal do Chris Barnes o interessou muito, era tudo o que ele procurava: um vocalista para a sua banda.
Então Alex Webster se aproximou de Chris Barnes e do cadaver. Chris Barnes estava mandando ver com aquele corpo sem vida, mutilando sua virgindade carnal, estuprando sua alma, e violentando sua vagina.
Alex Webster então chamou a atenção de Chris barnes: “O cara, para com isso, é nojento. Porra, que fedor do caralho cara, tu é maniaco, cara. Bem, mas tu tem um gutural brutal, quer entrar para minha banda?”. Chris Barnes larga o cadaver e olha para a face de Webster, com o olho todo vermelho e a cara repleta de vermes, Chris Barnes sorri e diz “Porra, é claro!”.
12:21 Alex Webster então apresenta Chris Barnes para a banda antes sem vocalista. Ele apresenta o necropedofilo com os seguintes dizeres “Ele é fedorento, repugnante, curte uma bocetinha podre, mas é gente fina pra caralho, ele se chama Chris Barnes meus caros”.
12:22 A banda se chamava Cannibal Corpse. Barnes e Webter se tornaram amigos, ambos compunham as musicas e escreviam suas letras.
Webster, ao contrário de Barnes, não era agressivo, psicótico, psicopata, ou necropedofilo. Webster era sussegado pra caralho, e mesmo escrevendo muita merda nas musicas, ele era bem mais equilibrado que Barnes.
Em 1990, o Cannibal Corpse lançou seu primeiro album, o “Eaten Back To Life”, que no bom português quer dizer “comido depois da vida”.
As musicas eram extremamente melodicas e algumas falavam dos sentimentos e histórias a qual Chris Barnes escreveu em seu diário. Musicas como “Skull Full of Maggotts” (crânio cheio de vermes) e Rotting Head (cabeça podre), são baseados em relatos da infancia e adolescencia maravilhosa de Chris Barnes, quando o próprio matava passaros e os enterrava no quintal. Depois de dois meses, ele desenterava os vermes e comia os vermes que tomavam os corpos dos cadaveres.
12:23 Em 1991, o grupo lança seu segundo album, o “Butchered at Birth”, que tinha uma ilustração baseada por uma disecação de um corpo femino que o Chris Barnes presenciou. Na primeira musica do album, a “Meat Hook Sodomy”, Chris Barnes retrata uma açougueria que ele tinha aberto na adolescencia. As carnes eram conseguidas de um pequeno matadouro que Barnes tinha criado.
Ele simplesmente mutilava qual quer animal, vizinho que tinha, e vendia suas carnes. Barnes se focou em expressar seus sentimentos, suas boas lembranças do passado, da infancia em suas musicas. Logo, o Cannibal Corpse e outras bandas como Carcass e Autopsy, hasteriam a bandeira do movimento gore. O que realmente impulsionaria e fortaleceria os ideais do movimento, seria o album que veria a seguir: “Tomb of mutilated”
12:24 O Tomb of mutilated abriu as portas para o movimento gore, abriu as pernas de cadaveres para seus abusadores utopicos e necropedofilos maniacos.
O album é foi um dos maiores albuns conceituais da história. Ele conta a história, e trajetória de um momento da adolescencia de Barnes que ele vivia no cemitério, tendo relações com vários cadaveres de mulheres jovens e semi-decompostas.
A musica “Hammer smashed face” e a “I cum blood” se tornaram um dos hinos de uma juventude psicótica, necropedofila, e comedora de criançinhas mortas. De uma juventude necromaniaca, maniaca por carne podre, uma juventude que sonhadora, hostentada pela molestação de cadaveres.
A musica “Hammer Smashed Face”, fala de uma história que aconteceu com Barnes quando ele tinha 16 anos. Seu pai, o aligator bicha do pantano, não tinha pagado sua messada. Então, com um ataque de fúria, Barnes pega um martelo e esmaga o cranio de seu pai. Ele descreve sua felicidade por esmagar o cranio de seu pai veado, e expressa seu amor pelo seu martelo mutilador.
A faixa “I cum blood”, se tornou o hino de uma geração perdida, deturpada, psicótica, e necromaniaca. Por uma juventude que não conseguia mais expressar seu amor por corpos semi-decompostos, por vermes, e carne apodrecendo.
I cum blood, como dito no verso 12:16, foi inspirado num amor não correspondido de Barnes com uma cadaver que ele estuprava todas as noites por três anos. Barnes a viu sendo comida por outro maniaco numa outra noite, e caiu em depressão. A passagem da musica que ele diz - “precisava de uma mulher jovem para foder, gozar e matar”, se refere a sua colega de faculdade, que ele levou ao cemitério e a estuprou. A parte da musica que ele diz - “Fatiei meu pau em pedaços”, significa o que ele realmente fez na noite que a cadaver o traiu. Chris Barnes não tinha mais pau, e por causa disso, foi acalorosamente chamado de “Barnes, o sem pau”.
A parte da musica que Barnes canta “eu mijei em seu cu cheio de vermes”, relata um costume nojento que ele tinha com sua cadaver favorita no cemitério: ele sempre mirava em seu cu para mijar, para demonstrar todo seu carinho e amor.
12:25 O movimento gore inventou uma nova forma de fazer amor, com pessoas mais interessantes e mais mortas. O movimento se espalhou pelo mundo, e os cemitérios se tornaram puteiros de necromaniacos. As tumbas se tornaram camas, os masoleus se tornaram bordéis de um cemitério de orgias com corpos apodrecidos.
O movimento gore pregava, acima de tudo, o amor livre com pessoas enterradas e mortas. Isso criou novos conceitos, modos de pensamento, e novos parceiros, no caso, seres púdritos e que fediam a ovo podre.
12:26 Vieram muitas reclamações a Fedeus, rezas para afastar os necropedofilos. Uma mulher se queixou que o tumulo de sua filha havia sido furtado, e tinham tirado as roupas de sua filha e abusado sexualmente. Fedeus então respondeste a senhora “Minha cara, tua filha é gostosa por sinal. E aliás, eu acho que sua filha não se importou de ser estuprada por um maniaco, na verdade, não está viva para expressar seu gozo pela transa. Pense que a porra da alma dela é minha escrava sexual no meu banheiro e que vosso corpo podre é uma refeição de necropedofilos. Então, ela serve de jantá pra mim e almoço para os maniacos. Eu fodo ela por trás e eles fodem ela pela frente. O corpo dela e sua alma estão sendo estuprados. Então, alegre-se, ela é uma quenga dos dois mundos!”.
12:27 As reclamações e queixas a Fedeus eram frequentes, até que uma multidão efurecida e o pegou num bar. Eles espancaram Fedeus, que bebado e chapado pela cachaça de nada poderia fazer para se defender dos golpes de toda a multidão.
Dois ogros o levantarão, e então um homem no meio da multidão gritou a Fedeus “Seu cachaçeiro de merda, nossos familiares enterrados estão se tornando quengas de maniaco. Resolve essa porra!”.
Fedeus, nauseado e cabaleando fala: “Ma, mas, mas...Hãn, porra, é culpa minha que eles curtem uma aranha decomposta?”
O manifestande então diz “Mas é claro, uma bosta dessas so pode ser Fedeus mesmo!”. Fedeus então responde “Tudo é culpa min...minha agora?...Se uma...uma...piranha diz que tá prenha a culpa é minha, se fulano diz que alguem comeu a irmã dele, não so é culpa minha como...como fui eu é que comi ela! Olha, se vocês se encomodam que seus parentes mortos e em decomposição estarem sendo estuprados sem piedade por Chris Barnes e outros maniacos, então cremem os corpos, lacrem os caixões, tumbas...Eu não...não...não faço milagre porra”.
12:28 Os abusos necropedofilos diminuiram muito. Desde do pronunciamento de Fedeus, a industria funerária e os crematórios lucraram muito desde então. As funerárias ganhavam mais por lacrarem caixões e por convecionarem caixões de aço, e os crematórios, por sua vez, ficaram fodidamente movimentados, pois ninguem queria ser abusado por um mendigo que curtia Carcass.
Nessa epoca era um bom negocio apostar em abrir uma funerária ou crematório. Todos os cremadores, funerários são eternamente gratos por Fedeus e seu pronunciamento após uma saidera num bar imundo de baratas e ratos.
Os funerários, cremadores, e coveiros chamam Fedeus de “O senhor dos Mortos Virgens”.
12:29 Enquanto Fedeus era aclamado pelos coveiros, que não precisavam mais enterrar os corpos desenterrados, pelo cremadores cujo seus negocios foram recompensados pela febre de cremações nos ultimos meses, e aclamado pelos mortos que de nada podiam fazer para se defender de abusos, pois como diz Fedeus “Os mortos são como cachaçeiros. O cachaçeiro pode se foder pelo rabo sem poder se defender de um negão nas costas. Eu evito que isso aconteça com meus aliados boemios. E se os mortos são como cachaçeiros, eu vos protegerei. Mas eu quero 50% ser dona das ações no Crematório multi nascional 'Churrasquinho do final da vida'”.
O minimo que Fedeus pediu, foi concedido. Não saiu pobre no final. Gastou seus milhões em dois meses, so com suas bebidas santas que purificaram sua alma e foderam sua carteira. Chris Barnes, no final saiu desmoralizado. Era muito dificil comer alguem agora. O grupo gore perdeu força e foi muito reprimido pelas ações de grandes Funerárias. O movimento gore, graças a Fedeus, perdeste muita força.
12:30 O movimento gore demoniza Fedeus como “o demonio das bocetas vivas”. Fedeus disse que gostou de seu nome demonizado, e até começou a utiliza-lo em certas zonas da cidade.
Os hinos de I cum Blood e Hammer Smashed Face tinha se perdido na alma repugnante de alguns jovens. Chris Barnes de necropedofilo se tornou psicopata, e agora so estupra moças vivas. Alex Webster que não tem nada haver com isso, sossegado como sempre, investiu na mesmo Crematório que Fedeus, e se encheu de grana. Webster estava podre de rico, e Barnes decide sair do Cannibal Corpse.
Mas então, o sonho acabou? Digo, o sonho acabou para os necromaniacos? Eu espero que sim, pois assim serão fodidas bocetas que fedem menos, e o futuro ainda reservará berros agonizantes das putas, que não dão para serem ouvidos em mulheres jaz mortas.
Kurt Cobain e o grunge
12:31 Fedeus estava na Inglaterrá pós-Cronos, o feio. Foi para uma porra de show, e o rock indie dominava aquela atmosfera horrenda de riffs enjoativos, melodias nauseantes, e letras que fizeram Fedeus cagar as tripas.
O ano de 666 teve a ascenção das lesbicas, a ascensão e decadencia dos necropedofilos, todavia, as bandas de metal extremo começavam a se ver em decadencia fodida, principalmente as de thrash metal. Os modismos esmerdeavam num mundo de ouvidos cegos e cus apertos para o rock-pop.
Fedeus queria mudar esta situação lastimavel nessa porra de mundo...
12:32 Como dito no verso anterior, o mundo tava sendo fodido com musico de péssima qualidade. Porem Fedeus tinha planos para um jovem do noroeste dos Eua, Kurt Cobain. Nascido numa porra de cidade proxima a Seatle, Cobain era extremamente doido e disajustado. Sua mente já tinha abrido as pernas para a loucura devido aos conquitéis interminaveis de heroina, maconha, cocaina, charutos, pedra...Cheirava, fumava tudo que encontrava.
Numa escola qualquer e decadente de classe média ianque, Cobain era descriminado por outros jovens ianques infectados pela maldita Mtv e cultura pop, destestado por sua postura de jovem do rock, e esteriotipado por sua loucura.
Cobain so fazia merda, cara, mas ele era sossegado pra caralho. Era uma boa pessoa, o tipo de pessoa que você até poderia convidar para beber um pouco.
12:33 Cobain não tinha nenhum objetivo em sua merda de existencia amaldiçoada. Foi então procurar magia num mundo embaixo de uma ponte de musgos, mendigos bebados, e cheiradores.
Viveu na escuridão debaixo da ponte por muito tempo. Cheirou e filosofou lá, esperando que sua vida acabasse debaixo de uma ponte, em vez de estar em baixo dos peitos de uma quenga.
Fedeus então se materializou proximo a ponte e falou para Cobain “Mano, para de cheirar e foda com esse mundo. Faça sua musica foder a virgindade das patricinhas, mate os fiéis da Mtv, e junte toda suas doidera sem sentido para fazer uma viagem de som, e chame essa porra de som de grunge!”.
Cobain bem sossegado pergunta: “Grunge? O que quer dizer grunge?”. Fedeus então respondeu: “Em norueges quer dizer 'som de chapado louco'”. Cobain olha pra Fedeus e diz: “Porra o nome é uma merda, mas é do caralho. Então filha da puta, me de aonde eu morar que eu vou fazer que você pede”. Fedeus então o empurra e diz: “Se vira. Quem você acha que eu sou, sua mãe? Vai se foder. Você não é especial, porem é um louco num mundo de patricinhas vadias. Respeito você, mas eu não sustento vagabundo drogado, então para de fumar um pouco e seja independente!”.
Cobain aceitou o conselho. Viveu com uns conhecidos, foragido de seus pais cristãos, cuzeiros e conservadores.
12:34 Cobain, depois de uma overdose de cerveja e cocaina, começou a menstruar pelo nariz e vomitar pelo cu. Foi bizarro. Ao mesmo tempo, tinha constantes viagens, alucinações, e começou a ficar biruta. Vomitou, dessa vez pela boca. E então, uma luz iluminou seu caderno todo pixado, fedorento, com páginas amassadas com odor de peixe morto. Cobain então começara a escrever o que estava sentindo para o papel, quero dizer, o que ele conseguia escrever.
12:35 Ele ficou 2 dias inteiros sem sair daquele banheiro nefasto, imundo, que o revelava num mundo vislumbrante e sem nexo. Cobain negou comer, ou sair do recinto para focar-se na poesia que estava escrevendo, poesia a qual so ele podia compreender.
Suas palavras eram uma overdose, suas estrofes eram surreais, e o sentido e nexo inexistiam. Com toda aquela merda, Cobain encheu uma privada de ideias, poemas, poesias, hai-kais, que em breve se tornariam as letras das musicas mais famosas e fodonas do Nirvana.
12:36 O Nirvana nasceu num aborto mal sucedido das entranhas de uma puta muito loca, saindo de uma vagina de inconformismo. Letras doidas, sem sentido, vindouras de uma mente chapada, mobilizaram a juventude a hastear a bandeira da loucura, do alcoolismo, e acima de tudo, honrar o velho legado quase morto pela MTV: curtir a vida como se fosse uma orgia de drogas e amigos doidos e com menos escrupolos que você.
12:37 Aos poucos, Cobain, Navoselic, Growl, jovens doidos e sem neuronios, fundaram o que conheceriamos como um dos ultimos suspiros da insanidade total que a tempos não contava conta dos jovens, ou da cerveja ou da ireverencia sagrada que de tão pura, não desce, como a cachaça de 1 real.
Cobain, Navoselic, e Growl eram sossegados pra caralho. Fedeus curtiu pra caralho o som sem nexo, e não curtiu o caralho do Guns n Roses. Fedeus vos incentivou, os três jovens estavam muito doidos para reagir aos elogios, Cobain, estava se cagando de tanto cheirar e fumar.
Fedeus se mijou tanto depois de beber a cerveja de Navoselic. Navoselic, bebeu o resto da Vodka. Final da história, os quatro acordaram com uma ressaca infernal em mais um inicio de dia insignificante.
12:38 Outra banda que estava se popularizando na epoca era o Guns n Roses. Fedeus tinha sido convidado por Axl rose e Slash para muitas festas. Nessas festas rolavam uma rapidinha, chupeta, bebedeiras...Fedeus curtiu, porem levou um chute nos bago ao ouvir as baladinha de merda do Guns. A primeira fez que Fedeus ouviu “Rocket Queen” e “Sweet Child O Mine”, ele simplesmente vomitou, cagou-se e mijou-se tudo ao mesmo tempo.
Perdeu seu respeito ao Guns n Roses de imediato, como tinha perdido uns orgasmos com sua prima na noite passada.
Respeitava o Slash, porem não simpatizava com Axl, pois como ele mesmo diz: “Ele é uma bicha que grita pois precisa de uma rola”. Fedeus curtia o som doido e surreal do Nirvana e curtia as mulheres das festas do Slash.
12:39 Nirvana e Guns eram bandas muito populares. Cobain não detestava o Guns, na realidade, tava cagando e andando para Slash e Axl Rose. O Axl Rose é que bancava a mulher de Tpm com crises existenciais, enquanto Cobain nem sabia se o Axl Rose era um travesti, um transexual, ou um homem.
12:40 A rivalidade entre Nirvana e Guns transcediam a musica. Como Fedeus assim dizera a Cobain: “Vossos seguidores são meus seguidores também. Seus amigos são os meus também. Suas gropies...bem, eu daí eu quero mais para mim, mas de qual quer forma, protejerei os doidos e lunáticos jovens seguidores de sua fétida musica, e amaldiçoerei os jovens modistas do hard rock oitensentista por toda a eternidade”.
12:41 O grunge ganhava força e mulheres no movimento. Mas um demonio estava prestes a entrar fodidamente na vida de Kurt. Num corpo fodido de “hard rock girl”, la estava ela, Cortney Love.
12:42 Cobain ficou defecando seu amor á Cortney Love. Cortney dava pra Cobain todas as noites em 2 meses, até que essa putaria gerou um filho. Nirvana ganhava um reconhecimento muito vasto na midia, o que fez o grunge ficar muito modista. Cortney era uma enviada do demonio “Axl Rosis” que em latim quer dizer “himorróida com cheiro de flor”. Ela influenciaste Cobain a cair na privada abisal do sentimentalismo, o enfraquecendo por dentro. Ela o corrompeu, e tirou a vida dele em seu corpo que já estava morto. Cortney tinha sido mandada por Axl Rose para matá-lo e enfraquecer com a manifestação de fé que era o grunge.
Cortney pode ter conseguido destruir o grunge, matando um de seus lideres, o proprio Cobain, num entanto não conseguiu com êxito a salvação fodal, e assim pereceu nas trevas da merda da fossa, enquanto Cobain foste libertado no banheiro.
Aqueles que idolatravam fielmente o grunge, as doideras e cagas de Cobain, voltaram ao normal, digo voltaram a ser adolescentes mediocres sem futuro, e depois, apenas adultos vis. Os poucos ainda rumam nos mesmos caminhos do andarilho, cachaçeiro e viciado em coquinha, Cobain.
Freud e Fedeus em Dezembro de 666
12:43 Fedeus estava em sua mais duradoura abstinencia, 3 dias sem beber. As lesbicas, os necropedofilos, o nirvana, o fizeram o refletir sobrio trancafiado num banheiro. Uma de suas “melhores amigas” aconselhou Fedeus a consultar um Psicologo, pois sua abstinencia e sua sóbria reflexão mostrava um Fedeus alterado.
A melhor amiga de Fedeus, uma morena de seios grandes, corpo esbelto e formas perfeitas, perguntou a Fedeus por que ele estava tão alterado. Fedeus respondeu “Não estou com nenhuma crise existancial, arrependimento, muito menos não estou de TPM, so resalto apenas, que devo abster de beber por uns dias para refletir sobrio, antes que esteja muito bebado para pensar em alguma coisa, e também estou com muita preguiça de beber, minha vadiagem chegou a um ponto culminante. Então, vá fazer a minha comida muié, porra!”.
12:44 A melhor amiga de Fedeus começou a preparar a sua comida, enquanto ele assistia Tv compulsivamente. A sua melhor amiga, aquela morena gostosa, indagou: “O senhor precisa de um psicanalista”. Fedeus diz: “Creio que ninguem diz para Alá algo como 'alá, você precisa tratar melhor suas milhares de esposas', e ninguem disse para Zeus 'você está muito gordo, começe a emagrecer seu bosta!'. Por que eu sou o único Deus que meus fiéis querem me aconselhar, me dar porrada, ou me roubar?”.
A morena responde: “Mas meu senhor, entenda, você não é uma deidade perfeita em seus feitos do passado, porem suas honrarias viram de sua natureza humana persuadida pela luxuria”.
Fedeus com os olhos arregalhados responde “Porra, as vagabundas supreendem as vezes. Como naquela vez que eu comi sua mãe por que achava que era sua irmã”
Então ela responde: “Não era a minha mãe, era a minha vó”
Então Fedeus responde “Oia, a veia era boa demais, comigo ela não conseguiu sentar por uma semana. Sua vó de 60 anos tá boa ainda. Ela transa melhor que muita jovem seca de 14 anos, puta de rico, e filhinha de papai empresário e rico”.
Então ela responde “Você comeu também a minha irmã, minha sobrinha, minha tia, minha cunhada...”
“Saiba que eu tinha que comer no jantar, café e almoço. So ainda não te comi, Carol”. Então a morena da uma porrada de esquerda na face de Fedeus e pergunta “Quem é essa tal de Carol?”.
12:45 Depois de tanta promiscuidade, Fedeus aceita o conselho da puta a qual não sabia o nome. A perdeu, esqueçera seu nome, porem jamais esqueçera seu corpo e toda a orgia com sua familia.
Marcou uma consulta com um renomado psicanalista, Zigmund Freud.
12:46 No consultório de Freud, Fedeus sentou na poltrona como se fosse uma cadeira de plástico de bar.
Freud então chamou a atenção do sobrio Fedeus e perguntou: “Ouvi divzer que seu problema é a bebida, certo, senhor...”
“Fedeus Cachaçeiro da Silva” Responde Fedeus. Freud então continua: “Com que frequencia o senhor ingere bebidas alcoolicas, senhor 'Fedeus'?”.
Fedeus então respondeste: “Água eu bebo uma vez por ano. Eu bebo 362 dias do ano, e os três dias restantes são os dias que eu penso no mundo com uma mente abstinente e sóbria”.
Freud começa anotar em seu caderno e então pergunta a Fedeus “Por que você bebe em excesso? Foi movido por isso, por amigos, pelo meio social, por seus pais...O que te influenciou?”
Fedeus com uma feição de bebado quando não bebe por dois dias, responde: “Bom, eu sou um deus, o criador do universo e dos puteiros em todo o mundo. Sou o cafetão do universo, não tenho mãe, e nem pai, mas as primas dos outros são minhas primas também”. Freud então olha com uma cara de estranhado pelos comentários e questiona: “O senhor nega a existencia de seus pais, por qual razão. Eles morreram, te abandonaram?”.
Fedeus então responde “Eu sou um Deus, porra! Presumo que você, sr. Freud, seja judeu. Certo, e se seu Deus viesse no seu consultório, você diria que a culpa dele ser babaca, inutil, futil, vil, malefico, seria por causa da mãe dele? Creio que não, pois uma deidade é eterna, nunca nasceu e jamais morrerá. Por este fardo, eu bebo pra caralho”.
Freud estava intrigado e ao mesmo tempo sério como de costume. Houve um pouco de silencio, e Freud perguntou: “Posso presumir então que você justifique seu abuso pelo alcool em detrimento do seu pensamento baseado na onipotencia de seu ser. Digo, ao ponto que o senhor pense que é imortal, e use uma aparente onipotencia para cair no alcoolismo”.
Fedeus então com encarou Freud e disse: “Em detrimento do seu pensamento baseado na onipotencia de seu ser...Mas que porra é essa? Meu caro, quem precisas de tratamento é o senhor, a falta de objetividade és um mal, pois aqueles que não tem objetividade, se alimentam de poucas mulheres durante a vida!”
Freud ignorando o insulto, indaga novamente: “Me explique suas atitudes e comentários sexistas, o que te levou a isso? Digo, o ambiente em que você vivera porporcionou isso? Já teve algum abuso sexual, ou algo similar?”.
12:47 Fedeus olhou profundamente para Freud e respondeu: “Quem teve abuso sexual foi sua mulher, eu abusei ela, pelo visto vocês não trepavam fazia seculos”.
Freud então respondeu “É muito sensato para um homem inseguro tentar omitir seu passado atráves de chantagens emocionais e sentimentais. Digo, que não creio que o senhor tenha tido um caso extraconjungal com minha esposa, e não vou levar pelo lado pessoal, pois sei que é apenas uma justificativa para o senhor deixar seu passado em total sigilo. Agora, se você quer progredir em alguma coisa, se abra comigo, ou melhor, diga o que realmente veio aqui, pois eu não trabalho para falar com sexistas, egocentricos e machistas”.
12:48 Fedeus então respondeste: “Uma de minhas 120 mulheres a qual já tive um caso, me aconselhou a vir no seu consultório. Confesso que sou leigo em psicanalise, mas me parece muito dogmático suas posições, e faz teorias sobre mim como se me conheçe-se. Seja como o botequeiro, ele não comenta sobre uma cachaça que jamais experimentara, mas sempre comenta das cachaças que bebe por toda a vida”.
Freud anotou intrigado novamente. Então ele pergunta a Fedeus: “Descreva como são seu sonhos”.
Fedeus então pensou um pouco, e depois falou: “Bom, tenho sonhos em que estou nadando num mar de cachaça, e que as igrejas se tornam botecos, e botecos se tornam puteiros”.
Freud anotou os comentário e então indagou: “Elementar, então mesmo com toda sua onipotencia o senhor ainda diz que tem desejos, angustias?”
Fedeus respondeste: “Onipotencia eu tenho, pois sou uma deidade, porem ainda tenho muitos planos para o futuro, mesmo imortal, onipresente, tem coisas que nem eu consigo fazer. Eu já nadei num alambique, mas nunca num mar repleto de cana, então é um sonho que ainda guardo e tenho quando vou dormir”.
12:49 Freud pensava na possibilidade de Fedeus ser extremamente egocentrico, por expressar, acima de tudo, onipotencia. Freud não achava que Fedeus era realmente uma deidade, então mostrou algumas figuras, ilustrações para ele dizer o que se tratavam.
“Essa aí parece uma boceta peluda. Essa é uma criança nascendo pela bunda...Essa aí é o pai estuprando sua filha...Essa ai é uma adolescente se maturbando com uma garrafa de cachaça” dizia Fedeus a Freud quando via as imagens.
Freud então perguntou a Fedeus “Quando o senhor perdeu a virgindade?”. Fedeus achou a pergunto meio retórica e respondeu: “Eu nunca fui virgem, sempre transei com algum ser vivo no universo que tinha pernas, boceta e peitos”.
Freud intrigado, indaga novamente: “Me explique senhor, como assim você nunca foi virgem?”.
Fedeus então impaciente diz “Bom, eu sou uma deidade, já disse isso pra tu seu velho de merda. Eu nuca fui virgem, mas sempre disverginizei os povos, azarei as vaginas de familia, e as bocetas de bem”.
12:50 Freud ainda continuava insistindo que Fedeus tinha disturpios de egocentrismo pela sua posse de onipotente. Então Freud o perguntou: “Por que você está aqui realmente?”.
Fedeus pensou um pouco e respondeu: “Nesse ano ocorreu muitas desventuras, que me obrigaram a ficar um dia a mais sobrio para repensar tudo. Lesbicas, necropedofilos, a porra do Nirvana...Tive preguiça de beber nesses ultimos dias. Não sei se é por vadiagem ou abestinencia”.
Freud então responde “Talvez você necessitasse disto para não elouquecer. Mas vamos ter que trabalhar seu egocentrismo, talvez causado pelo mal de édipo”.
Fedeus então responde furioso: “Mal de édipo? Egocentrismo? Porra, eu nem tive mãe, ou pai para ter tido 'mal de édipo', e sou egocentrico por natureza, você não seria nada se eu não tivesse criado essa porra de mundo da merda”.
Freud então responde “Bom, é que o senhor se ilude com seu próprio ego. Seu comportamento agressivo é uma prova disto”.
Fedeus então pega da sua bermuda preta um litro de 51 e diz: “Bom, eu fiquei sóbrio para ser julgado por um reles mortal judeu? Abstinencia sobre vontade, e quando a vontade acaba, a boemia é a solução”. Fedeus num gole bebe toda a cachaça e vira as costas para o Freud. Cambeleando, Fedeus abria a porta do consultório, abria os portões do futuro, abria as pernas do enigma, e bebia a água santa em um litro de cachaça para um novo mundo que viria a seguir.
domingo, 31 de janeiro de 2010
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